Sábado, 16 de Janeiro de 2021
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Enlutada, comunidade araguarina se despede do empresário Darli Amaral

qua, 6 de janeiro de 2021 11:57

*Por Sávia de Lima

Apaixonado pelo jornalismo, ele era defensor do impresso e considerado ícone da comunicação

Apaixonado pelo jornalismo, ele era defensor do impresso e considerado ícone da comunicação

No dia 31 de dezembro de 2020, por volta das 5h da manhã, Araguari perdeu uma das suas maiores personalidades, considerada o ícone na comunicação. Apaixonado pelo jornalismo e um dos responsáveis por manter viva a cultura do jornal impresso na cidade, o empresário e advogado Darli Jeová do Amaral faleceu após uma parada cardiorrespiratória. Ele estava internado em Uberlândia para se recuperar das sequelas que sofreu após ser acometido pela Covid 19.

A notícia de seu falecimento repercutiu imediatamente em todos os canais de comunicação da cidade que, enlutada, mal podia acreditar que perdia uma das figuras que contribuiu de forma significativa com o seu desenvolvimento e, principalmente, com o enaltecimento desta terra por meio da divulgação de suas riquezas, cultura e filhos ilustres.

Nas redes sociais, foi marcante as tantas homenagens ao ícone da imprensa, ao homem solidário, ao incentivador de sonhos e tantos outros adjetivos que foram utilizados e que eram estampados na personalidade de Darli. O respeito e admiração por todos outros veículos de comunicação da cidade e região também foi destaque.

Nos comentários, centenas de pessoas que agradeciam por oportunidades e por apoio do advogado e empresário. Foi incrível ver que aquele ser humano tão especial conseguiu atingir seu amor e cuidado a tantas pessoas.

Familiares, amigos, colaboradores, ex colaboradores, parceiros e clientes manifestavam seu profundo pesar e a tristeza da partida. “A manchete que nunca esteve na nossa pauta”. Assim publicou o repórter Luiz Muílla para se pronunciar a respeito do falecimento daquele que foi muito mais que um patrão. “Adeus, mestre! Um paizão ao longo de 20 anos juntos… Obrigado por tudo”, completou.

A Web TV, sob a direção de Jesus Corrêa e com apresentação de Edmar César, transmitiu um plantão especial para informar à cidade do ocorrido. Ouviu colaboradores, amigos e presidentes de entidades de classe. Uma justa homenagem ao homem que consolidou o maior grupo de comunicação de Araguari e a oportunidade de apresentar, a quem não conhecia, a grandeza do estimado “Seu Darli”.

No funeral, as inúmeras manifestações de pesar e as incontáveis coroas fúnebres indicavam o quanto sua partida foi sentida. De alguma forma, todos que tiveram a honra de conviver com ele, buscavam dizer à família o quanto ele significava.

A classe política também repercutiu a importância do seu legado. Na posse do prefeito Renato Carvalho, ao iniciar seu discurso, a vice-prefeita Maria Cecília fez menção a Darli Amaral. Embora o momento festivo para os empossados, era impossível não homenagear a personalidade presente em tantos momentos marcantes da vida da cidade. “Darli Amaral foi um grande homem. Lutou por nossa cidade e por uma imprensa livre e forte que atuasse pelas pessoas. Foi um visionário e transformou o dia a dia dos araguarinos. A ele toda nossa saudade e aos familiares nosso carinho e afeto. Que Deus o conforte e que os anjos o guardem e o recebam”, disse Maria Cecília.

Durante o cortejo, que percorreu a Avenida Coronel Theodolino Pereira de Araújo, passando em frente à sede do seu escritório de advocacia, onde os filhos amados e a esposa buzinavam em sua homenagem, um arco íris de cores intensas marcou presença ao final da avenida. Um sinal do Arquiteto do Universo, como o próprio Darli Amaral costumava a se referir a Deus. Sinal da aliança de Deus com seu povo. Sinal para nós, que o amávamos, de que, apesar da saudade, não podemos nos esquecer de tudo que aprendemos durante o tempo que convivemos juntos.

No último adeus, no jazigo onde foi sepultado, as nuvens cinzentas deram lugar ao arco íris que, novamente, trouxe cor ao céu nublado, para que a sua querida Vanda pudesse ver o que não havia visto durante o cortejo na Avenida. Era como se Deus quisesse afagar os corações de quem lá estava.

 

Darli era uma alma boa, era luz, alegria, era cor… E aquele arco íris não apareceu, por duas vezes, por coincidência. Apareceu para nos lembrar da sua alegria, do quanto amava viver e de como ele gostaria que ficássemos bem. E foi assim que nos despedimos… E será assim que seguiremos… Trazendo na memória as lembranças dos momentos vividos, de tudo que compartilhamos e daquilo que ele esperava de nós.  Sua memória continuará viva assim como o seu legado.

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