Vereadores discutem decisão sobre vantagens salariais para servidores da Saúde
qua, 22 de agosto de 2018 05:19Da Redação
Na sessão ordinária do Legislativo na terça-feira, 21, os vereadores discutiram, novamente, a questão do veto ao projeto de lei que regulamenta a incorporação do adicional por prestação de serviços no antigo Pronto-Socorro como vantagem pessoal. Conforme ressaltado em reportagem anterior, a pauta havia sido aprovada no Legislativo, mas, ao ser encaminha para sanção, de responsabilidade do Executivo, precisou ser reavaliada após recomendação do Ministério Público.
Na sessão passada, do dia 14, vários edis pontuaram o desfavor ao veto. No entanto, a sessão terminou sem a votação, de forma que a pauta foi travada e nenhum projeto pode ser apreciado. Nas discussões de ontem, os vereadores permaneceram com os comentários de negação ao veto.
Durante conversa com os servidores, ainda na sede da Câmara, a auxiliar de saúde na Policlínica “Dr. Oabi Gebrin”, Marizete Fátima Borges, fez uso da palavra, reiterando que a causa dos servidores foi iniciada em julho do ano passado. “Desde então, nós estamos tendo desgaste com várias reuniões e sessões. Passamos por dificuldades financeiras; contando com aquilo que um dia vocês precisaram que é o voto”.
Na ocasião, os vereadores se pronunciaram, bem como servidor do setor Jurídico. O atual secretário de Governo, Levi de Almeida Siqueira, também se posicionou e ressaltou que, caso o veto seja derrubado, é possível que não se tenha êxito, pois a situação precisa ser revista junto ao Ministério Público e Judiciário. “O prefeito continua com o mesmo compromisso com os servidores. Ele determinou que, se o veto for mantido, será feito um novo projeto de lei com parecer para que todos os problemas sejam resolvidos”.
Após estes pronunciamentos, a sessão foi suspensa até as 16 horas, a fim de que houvesse reunião com a juíza Juliana Faleiro de Lacerda Ventura, titular da 2ª Vara Cível da Comarca de Araguari, no Ministério Público. A orientação foi para que os vereadores votassem conforme preferissem e, caso o veto fosse negado, aguardassem os próximos passos.
Ao retornarem para a Câmara, os edis procederam à votação e o veto foi derrubado por 11 votos. Desta forma, finalizaram com a expectativa de que o benefício seja concedido aos servidores o mais breve possível. A reportagem da Gazeta do Triângulo continuará acompanhando o caso.
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Mas este pronto socorro já não foi fechado. A culpa é de quem o fechou. Certamente é porque não foi incorporado ao salário deles. Agora, eu acho que não justifica dobrar o sal.