Suspeito de abusar da enteada de 11 anos se encontra recolhido no presídio local
qua, 15 de maio de 2019 05:09Da Redação
Um trabalhador rural de 26 anos foi preso na madrugada de segunda-feira, na rua J, residencial Portal dos Ypês, mediante mandado de prisão preventiva expedido pelo Juiz Marcos José Vedovotto, titular da Segunda Vara Criminal da Comarca de Uberlândia. O jovem, que foi surpreendido ao sair de casa, por volta de 5h, não reagiu à ação policial. Ele se encontra recolhido no Presídio de Araguari e deverá ser recambiado a qualquer momento para a vizinha cidade.
O rapaz é investigado por abusar sexualmente da enteada de apenas 11 anos. O primeiro ataque teria ocorrido quando a menina tinha nove anos e continuou desde então em uma frequência semanal quando o acusado levantava, de madrugada, para trabalhar. A violência era praticada na época em que o suspeito prestava serviços como vaqueiro no distrito de Martinésia.

Delegada Alessandra Rodrigues da Cunha é a titular do inquérito que investiga o caso
** Divulgação
A delegada responsável pelo caso, Alessandra Rodrigues da Cunha, concedeu entrevista à imprensa e informou que as primeiras denúncias, feitas em março, descreviam o abuso partindo de um professor de uma escola municipal de Uberlândia. A criança, provavelmente, teria sido induzida pela mãe e o padrasto a contar a história para encobrir os abusos do jovem.
Ainda conforme as investigações, a garota ficou grávida no final de 2018, sendo realizado o aborto no mês passado, no Hospital das Clínicas da UFU, após autorização judicial. Ela se encontrava gestante há 18 semanas.
“A gravidez estava bastante avançada e ela corria risco de morte”, disse a policial. Antes do procedimento, para que pudesse acompanhar a filha, a mãe recebeu novamente a tutela da menina, mas teve que assinar um termo garantindo que não se aproximaria mais de seu companheiro. Depois disso, as duas se mudaram para Araguari.
DILIGÊNCIAS
Depois de receber as denúncias de abuso sexual por parte do professor, a delegada Alessandra Rodrigues da Cunha solicitou a presença da menor para ser ouvida na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, no vizinho município. Após três horas de depoimento em que a criança insistia que estava sendo estuprada pelo seu professor, teria confessado à delegada que o autor na verdade seria o próprio companheiro de sua mãe.
“Na delegacia mesmo tomamos conhecimento de que o padrasto dela teria tentado suicídio logo depois descobrir que estava grávida. Isso também levantou a suspeita da Polícia Civil em relação ao mesmo”, explicou.
O inquérito foi concluído sem que fosse preciso ouvir o trabalhador, devido às provas obtidas pela delegada. Ele foi indiciado por estupro de vulnerável.
Para finalizar, a policial frisou que continua a investigação com relação à possível conivência da mãe com os abusos. Caso se confirme, ela também poderá responder pelos mesmos crimes.
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Essa mulher deveria estar era presa junto com o macho dela. Isso é o que mais acontece,pois essas mulheres não ficam sem homens mesmo. Prisão perpétua para os dois. País que não tem lei é isso aí. Deveriam ter deixado essa menina no abrigo de menores. Criança não é obrigada a passar por isso de maneira alguma. Lá nos EUA quando existe maus tratos eles tomam a criança e dão para outras pessoas cuidarem e ficam monitorando. Criança merece levar vida de criança e ser feliz.