Representante municipal responde questionamentos sobre a área da Saúde
qua, 15 de agosto de 2018 05:32Da Redação
Na manhã dessa terça-feira, 14, o vice-prefeito, Clayton Fernandes (PSB) usou a tribuna da Câmara Municipal para responder questionamentos referentes à área da Saúde. O convite foi do vereador Paulo do Vale (PV).
Conforme acompanhado pela reportagem, a participação do político e médico na Casa Legislativa gerou discussões pertinentes relativas a saúde e também questões de cunho político.

Participação do vice-prefeito foi a convite do vereador Paulo do Vale
Devido a discussões fora do contexto, o vereador Wesley Lucas de Mendonça (PPS) que estava na função de presidente da Câmara, devido à ausência do titular, solicitou que as indagações fossem objetivas no intuito de não causar constrangimentos e que o regimento da Câmara fosse cumprido.
A primeira pergunta feita pelo vereador Paulo do Vale foi a respeito do objetivo do médico durante a campanha eleitoral, acerca da missão de melhorar a saúde. “O senhor foi peça fundamental pelo carisma, paixão pela saúde e dedicação. Gostaria de saber o porquê de o senhor não ter assumido a secretaria de Saúde de Araguari e, me desculpe dizer, ser omisso a esta área, pois está precária”, indagou.
O vice-prefeito disse que assumir a saúde não é, necessariamente, ser titular da secretaria de Saúde. “Não fui secretário por incompatibilidade do meu horário, primeiro eu sou médico e estou vice-prefeito. Meus pacientes não aceitariam.”
Atualmente, o médico trabalha na Policlínica “Dr. Oabi Gebrin” e também na UPA (Unidade de Pronto Atendimento). “Estou vivenciando a experiência na UPA e constatando o quanto é trabalhoso atuar na linha de frente do Pronto Atendimento.”
O vereador Dhiosney de Andrade (PTC) questionou a opinião do político sobre o atendimento feito na UPA. “O que eu presencio são pessoas aguardando até 60 dias para receber o encaminhamento para um especialista”, afirmou Andrade.
O vice-prefeito argumentou dizendo que o atendimento é de excelência e que as dificuldades enfrentadas são geradas pela falta de repasse do governo do Estado e ainda pela falta de vontade do Hospital das Clínicas, em Uberlândia. “Mesmo com essa problemática estamos toda semana cobrando”, acrescentou.
Dhiosney também perguntou a opinião do médico sobre aspectos positivos do setor da saúde. “As melhoras foram: a entrada novamente do município na Amvap, pois eu não concordava até então em estar de fora. Tivemos ganhos em relação a solicitação de exames. Outro benefício foram as cirurgias cardíacas, que eu participei, algo que demorava”, respondeu.
Outra pergunta foi referente a opinião do médico sobre o veto do projeto relativo ao adicional dos funcionários que atuavam no Pronto Socorro.
“Esse adicional também faz parte da minha luta, eu e meus colegas. Infelizmente não voto, não assino, sou uma expectativa”, concluiu.
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