Mercado municipal deve parar de funcionar como Terminal
qua, 7 de fevereiro de 2018 05:31por Tatiana Oliveira
Interdição foi solicitada pelo Ministério Público
O Ministério Público, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Araguari, pediu a interdição do ponto de ônibus no mercado municipal. O local funciona como mercado, terminal e ponto coletivo. A interdição foi relacionada ao local funcionar como Terminal de Ônibus. De acordo com o promotor André Luiz Alves de Melo, o local pode ser ponto de parada e não um terminal como está hoje, porque não oferece segurança aos munícipes.

Local não pode funcionar como Terminal, afirma promotoria
Os usuários divergem as opiniões sobre a interdição. “Tem que interditar mesmo e fazer um terminal decente para a população”, coloca Vanda Lucia de Oliveira. “Acho complicado, pois muita gente usa os ônibus todos os dias, como vamos fazer? ”, indaga Lucléia, que utiliza o transporte coletivo diariamente para trabalhar.
A Gazeta do Triângulo entrou em contato com o secretário de Trânsito, Transportes e Mobilidade Urbana, Luiz Antônio Lopes. Ele informou que os ônibus ainda estão transitando normalmente. O maior problema relatado é o fato de que os ônibus atrapalham a entrada e saída de veículos em um posto de combustíveis localizado no quarteirão, disse Lopes à reportagem. “A empresa que faz a gestão do coletivo em caráter emergencial foi notificada, mas estamos tentando contato com o promotor para ver o que faremos. Se for o caso, paramos de estacionar lá e vamos para o outro lado”, relata. “Se o problema for apenas o ponto de ônibus, agiremos assim até que a cobertura seja feita. Quando assinarmos o contrato poderemos fazer isso, pois a empresa ainda está funcionando em caráter emergencial”, completa.
O Mercado Municipal
O espaço recebe entre seis a oito mil pessoas diariamente e está sob avaliação do Ministério Público. Além da curadoria do Patrimônio Público, o mercado municipal está sendo ainda fiscalizado por duas outras promotorias: Consumidor e Pessoas com Deficiência. O MP solicitou laudos para verificar necessidade de interdição do mercado como um todo. O pedido foi realizado para verificar se o local precisa ser interditado, em especial o ponto de ônibus urbano, ou se haverá necessidade apenas de adequações. Os laudos requeridos são em relação ao sistema de embarque de passageiros, condições do local, vendas de produtos e questão sanitária.
O síndico do Mercado Municipal, Luiz Ronan Narciso, esclarece que a prefeitura é responsável pela manutenção da área ocupada pelo camelódromo. O telhado, também de responsabilidade da prefeitura, é apontado por Narciso como um dos problemas estruturais mais graves que precisam de reforma. Conforme o síndico, o restante da estrutura é particular e os proprietários dos imóveis são responsáveis pela manutenção dos espaços.
O Corpo de Bombeiros notificou o Mercado Municipal devido à ausência de uma planta de incêndio. “Essa é uma de nossas prioridades e está em andamento. Como é um prédio muito antigo, precisamos dessa planta para a segurança dos usuários”, afirma Narciso.
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