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Eleição da Aproama aguarda nova data

ter, 29 de outubro de 2019 05:28

Da Redação

A eleição para definir o novo presidente da Associação de Proteção dos Animais e Meio Ambiente de Araguari (Aproama) aconteceria nesta sexta-feira, 25. Contudo, um comunicado divulgado na última segunda-feira, 21, anunciou o cancelamento do processo até segunda ordem.

Associação realiza parcerias com clínicas veterinárias da cidade que auxiliam no tratamento dos animais

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De acordo com a responsável pelo processo eleitoral e integrante da associação, Gina Debs, o adiamento da eleição aconteceu devido a uma suspeita de que terceiros estariam tentando usar a Aproama como trampolim político, atitude inaceitável perante a associação dos protetores.

Gina Debs relatou que havia duas chapas inscritas na disputa, além de outras duas que permaneciam em análise. Segundo a protetora dos animais, o estatuto da Aproama não oferece um embasamento consciente, este, apenas afirma que a finalidade da associação não pode ter vínculo político. Sendo assim, os integrantes da associação decidiram, por bem, elaborar um regulamento interno a fim de normatizar a realização da eleição com base em regras mais rígidas e transparentes.

“Uma associação de proteção aos animais e meio ambiente, não pode e nem deve ter outra finalidade que não seja esta, ou se afastará de suas normas e convicções. Tínhamos a previsão de um processo simples e pacato o que, na prática, não se concretizou”, ressaltou Gina Debs.

Segundo informações, houve também, o descumprimento das regras do estatuto direcionadas à participação de candidatos e eleitores. “Estas regras também precisam ser revistas por serem antigas não fazendo jus a realidade atual. Após estas adequações, faremos a eleição sem data definida.”

Uma justificativa foi enviada ao Ministério Público (MP) solicitando que, assim que uma nova data seja definida, haja a liberação de servidores, tais como: oficiais de Promotoria e assessores jurídicos, para auxiliarem no acompanhamento do pleito, com a respectiva apuração dos votos. A protetora dos animais disse que, a atitude se faz necessária para que não haja o menor questionamento quanto à lisura do processo, evitando, assim, qualquer demanda judicial que venha a anular o pleito e manchar a credibilidade da associação.

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