Servidores estaduais inativos têm salários atrasados
qui, 30 de agosto de 2018 05:09Da Redação
Novamente os servidores estaduais têm os salários atrasados. Na manhã de ontem, dia 29, algumas pessoas se reuniram na Cidade Administrativa, na região Norte de Belo Horizonte, reivindicando que o governo honre com os vencimentos.
Alguns membros da categoria pontuam que não chegaram a receber sequer a outra metade da primeira parcela; é o caso de alguns servidores inativos da Educação de Araguari. No município, os servidores ativos receberam, porém, alguns aposentados ainda estão aguardando.
“Até o começo da semana, os ativos haviam recebido, mas alguns aposentados relataram que ainda não receberam”, afirma o coordenador geral do Sind-UTE/MG subsede Araguari (Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais), José Luís da Costa.
De acordo com informações da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Minas Gerais (Seplag) a situação seria resolvida ainda na tarde de ontem. Porém, até o fechamento desta edição da Gazeta do Triângulo, não foi possível confirmar a situação. A escala de pagamento da terceira parcela permaneceria inalterada, ou seja, para o próximo dia 31.
De qualquer forma, quando questionado sobre a possibilidade de paralisações, o coordenador do Sind-UTE/MG subsede Araguari afirmou que não há perspectiva, tendo em vista a impossibilidade de repor o calendário. “De agora até o final do ano, não tem espaço para repor paralisação”.
Desta forma, as movimentações a serem feitas no momento envolvem apoio político, com idas frequentes à “porta do governo”. Mas, a princípio, não há atividades ou manifestações programadas.
Falta de repasse federal
Em entrevista, o coordenador do Sind-UTE/MG subsede Araguari afirmou que “agora, o governo resolveu explicar o que está acontecendo. Não há repasse de verbas federais. Realmente não tem dinheiro. Desta forma, o governo vem pagando com o que tem e do jeito que dá”.
Desde fevereiro de 2016, o governo de Minas paga os servidores de forma escalonada, em três parcelas, sendo cada uma no valor de até R$ 3 mil. Nos últimos meses, há denúncias de parcelamento da parcela, totalizando até seis parcelas ao final do mês.
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Será que os que ganham 30 a 40 mil por mês também estão recebendo picadinhos no caso de deputados e outros detentores de grandes quantias.
E pensar que existe funcionário público de Minas Gerais que defende essa porcaria de partido que nunca foi dos trabalhadores. Se bem que vamos votar por uma questão de obrigação, pois, assim como em Araguari na eleições passadas, a falta de opção é gritante. É votar no menos pior, se é que tem. A preocupação está em somente ser dono do cofre.