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Após 45 dias, Araguari volta a registrar ocorrência de homicídio consumado

ter, 15 de outubro de 2019 05:18

Da Redação

Um mês e meio. Esse foi o período sem o registro de homicídio consumado em Araguari. A “trégua” acabou no último sábado, 12, quando um homem de 39 anos foi assassinado no começo da manhã, na região do bairro Santa Terezinha.

A Polícia Militar informou que compareceu em frente ao número 253 da rua Oito de Maio, por volta de 6h, onde moradores ouviram barulho de disparos de arma de fogo.

Eliene tinha 39 anos ** Divulgação

Eliene tinha 39 anos
** Divulgação

Ao saírem na rua, visualizaram uma pessoa caída, aparentemente com sangramento e acionaram a Polícia Militar, que comunicou o fato ao Samu.

Segundo os socorristas, a vítima apresentava pelo menos duas perfurações e se encontrava com bastante dificuldade para respirar. Foram realizados os primeiros atendimentos, inclusive com os devidos procedimentos de reanimação, sendo encaminhada até a Upa 24 Horas, onde faleceu.

Eliene Eugênio de Rezende morava na rua Doutor Hugo Aguiar, no mesmo bairro. De acordo com os policiais, ele era um velho conhecido do mundo do crime e cumpria pena no regime domiciliar.

Motivação e autoria são investigadas pela Delegacia Especializada em Homicídios. São 23 casos dessa natureza em 2019 no município, no entanto, três devem ser considerados como legítima defesa, conforme apurado pela reportagem.

O último assassinato havia sido registrado no dia 27 de agosto, por volta de 11h. Atiradores, ocupando um carro de cor branca, abriram fogo contra um jovem na avenida das Palmeiras, conjunto Alan Kardec, região do bairro São Sebastião. Alex Júlio da Silva, o “Gordinho”, 25 anos, foi alvejado por pelo menos nove tiros, que atingiram as costas, pernas e o peito, falecendo no local. Um rapaz que estava com ele também foi alvejado, mas sobreviveu.

DISPARO DE ARMA DE FOGO

Ainda no fim de semana, na rua Osires Paranhos, bairro Fátima, uma mulher de 27 anos repassou aos militares que a residência dela foi alvo de um disparo de arma de fogo, que atingiu o telhado, atravessou o forro e parou na sala.

A solicitante teria informado que no momento dos fatos estava ocorrendo uma cavalgada com fogos de artifício. Ninguém se feriu.

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