Requerimentos são apresentados em sessão da Câmara Municipal
qua, 16 de outubro de 2019 05:40Da Redação
Sessão ordinária desta terça-feira, 15, reuniu os vereadores em mais uma semana de atividades parlamentares na casa legislativa. Na ocasião, os edis presentes fizeram a costumeira leitura de requerimentos, uso da tribuna, bem como votação dos projetos em pauta.
Na oportunidade, foram apresentadas proposições visando o funcionamento básico do município. Na manhã desta terça-feira, 15, a Superintendência de Água e Esgoto (Sae) voltou a fazer parte das principais pautas abordadas. Durante a leitura de requerimentos, o vereador Carlos Machado (PSL) ressaltou novamente sobre a cobrança excessiva nas contas de água.
“A Sae está penalizando o pobre, cobrando de R$ 240,00 a R$ 250,00 de conta d’água. O morador tem uma caixinha de água de 500 litros, sai para trabalhar de manhã e volta somente a noite, não gasta 500 litros por dia de jeito nenhum. Porque, aquele que tem condições financeiras, coloca o hidrômetro. Quem não põe é quem ganha pouco, quem precisa do dinheiro para sobreviver, são pessoas carentes.”
O vereador ainda disse ter solicitado um estudo jurídico em conjunto com a secretaria de Ação Social, para que o valor do hidrômetro seja parcelado na colocação em residências de pessoas mais carentes. Carlos Machado ainda pediu que a pasta responsável tome providências quanto a sujeira, mato, animais peçonhentos, mal cheiro, entre outras situações motivadas pela precariedade na estrutura de bombeamento de esgoto ao lado da Ascamara [Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis de Araguari], no bairro Independência. Segundo ele, são muitas as reclamações de moradores das proximidades.
A Superintendência de Água e Esgoto também motivou a elaboração de um requerimento apresentado pelo vereador Levi Siqueira (MDB). Ele encaminhou o documento ao Executivo e à Sae, pedindo providências acerca da taxa de recomposição asfáltica e religamento, bem como, em razão à multa por desperdício de água.
O vereador informou que muitos munícipes tem buscado o seu gabinete pedindo ajuda com problemas na Sae. Segundo ele, vários acidentes têm acontecido decorrentes do rompimento de tubulações antigas e, em virtude da falta de fiscalização. Em situações como essa, fica a cargo do contribuinte, reparar um problema que não é de sua responsabilidade, além de arcar com valores abusivos e altas taxas, sendo de religação e recomposição, para que assim, a superintendência efetue o reparo e o serviço volte à normalidade.
“Não obstante a isso, aqueles que fazem uso imoderado, provocando desperdício, sequer são penalizados e quando isso acontece, os valores não chegam à mesma monta daqueles que são forçados a pagar por algo que não tem controle e responsabilidade.”
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Eu tinha vontade de saber é se cortaram a água de coronéis que podem pagar e nunca pagaram porque pensam que são donos da cidade, mandam aqui e tem direito de ter água de graça.