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Cantinho do Mário – Marizete de Fátima Gonçalves de Lorenzo

sáb, 1 de fevereiro de 2020 05:30

Abertura-cantinho

Natural de Araguari, nascida aos 3 de maio. Pais: José Gonçalves Neto e Luiza Antônia de Melo Neto. É casada com Marcio Aluizio de Lorenzo, nosso grande amigo e irmão. Filhos: Liliana, estudante de Computação e Danilo, militar da Reserva.

Passou a infância e juventude em Araguari. Estudou do primário ao normal no Colégio Sagrado Coração de Jesus onde também fez contabilidade. Foi Professora Estadual por 11 anos, lecionou na Escola Estadual Visconde de Ouro Preto e Escola Estadual Padre Lafaiete.

Marizete de Fátima Gonçalves de Lorenzo

Marizete de Fátima Gonçalves de Lorenzo

 

Iniciou sua carreira em 1963, como contabilista, com nosso estimado Joaquim Ferreira da Cunha no Escritório de Contabilidade Presidente, onde trabalhou por cinco anos. Depois de seu casamento montou um escritório de contabilidade com seu irmão Marinho Ribeiro Gonçalves onde trabalhou por dois anos.

Em seguida trabalhou três anos na Indústria Química Imperador que fabricava o famoso Sabão Bichão. Posteriormente fundou seu próprio escritório autônomo que ficou conhecido como “Escritório da Marizete”, em sociedade com o marido Marcio A. Lorenzo, por aproximadamente 30 anos.

Foi contadora da Cerâmica Triângulo, J. D. Costa e Transportes Triângulo de Araguari por vinte e cinco anos e centenas de outros. Hoje está aposentada e encerrou suas atividades como contadora em 2018.

A Marizete foi uma excelente profissional, muito conhecida em Araguari por seu carisma, competência e seriedade. Sempre atuante e atenta às novidades do ramo contábil. É uma amiga querida, sempre de bom humor.

Deixo aqui um abraço a ela e a todos os seus familiares. Admiro sua dedicação profissional, teve um desempenho formidável, um exemplo de ser humano.

CASOS E HISTÓRIAS PITORESCOS DE ARAGUARI

Neste mundo há pessoas simplórias e velhacas.

Existe uma agência bancária ali na rua Rui Barbosa onde ocorreu um fato curioso há muitos anos  e fui testemunha da conversa entre o gerente e o correntista.

O Zé abriu uma conta naquela agência onde depositou uns vinte mil cruzeiros na época. Insistiu para que o gerente lhe conseguisse um talão de cheques, assim que o danado chegou, seus olhos cresceram.

Sapecou cheques pra todo lado, excedeu o limite do saldo umas dez vezes. A confusão estava formada, então foi chamado à agência pra se explicar. Aguardando o gerente escutei mais ou menos estas palavras:

“-Então senhor José, um homem de setenta anos sai distribuindo cheques sem fundos pra todo lado?“

E o Zé, com a cara mais lambida e com ar de vítima se explicou:

“-Meus amigos me incentivaram abrir a conta e depois me disseram que de posse do talão de cheques poderia pagar tudo com ele.”

O gerente tentou explicar, mas o Zé sempre dava um nó na conversa. Aquilo enrolou e não deu em nada. O Gerente ficou roxo. Explicou pra ele as consequências de seus atos e que sua conta estava fechada. O Zé baixou a cabeça e antes de sair perguntou:

“- E meus vinte mil cruzeiros que depositei no banco pra abrir a conta, quando é que vocês vão me devolver?”

Fui lá fora pra dar risada.

Quem não tem dinheiro…

MÁRIO F. S. JÚNIOR

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