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Cantinho do Mário – Clecione Gomes Silva Oliveira

sáb, 22 de fevereiro de 2020 05:09

Abertura-cantinho

Natural de Araguari, nascida aos 18 de maio. Pais: Odair Leonardo da Silva e dona Antônia de Lourdes da Silva. É casada com Rodrigo Martins de Oliveira. Filhos: Ysabel, estudante e João Gabriel, estudante.

Fez seus estudos em Araguari. Viveu até os dezesseis anos no distrito de Barracão. Trabalhou no Supermercado União por oito anos, época em que, observando o trabalho na padaria do supermercado despertou seu espírito de confeiteira, principalmente na confecção de bolos. Trabalhava durante o dia no supermercado e a noite confeccionava bolos, obtendo grande freguesia.

Clecione Gomes Silva Oliveira

Clecione Gomes Silva Oliveira

 

Posteriormente trabalhou na empresa Bolos do Sítio como confeiteira. Em 2019, apareceu uma oportunidade de adquirir a firma onde trabalhava e em 9.9.2019, realizou seu sonho. Hoje é proprietária do estabelecimento, modernizou e diversificou ainda mais os sabores, a produção de bolos e atende encomendas, empresas, supermercados e outros.

Sou freguês há muito tempo daquela empresa e recomendo os bolos de lá. São muito saborosos, bem feitos dentro da maior higiene e qualidade. Realmente a Clecione tem a mão. A empresa Bolos do Sítio fica ali na avenida Tiradentes, 179 A, ao lado da Escola Estadual Raul Soares – telefone 3246-8813.

Um super abraço a Clecione e suas colaboradoras que além de talentosas são muito simpáticas.

CASOS E HISTÓRIAS PITORESCAS DE ARAGUARI

O Zé é um amigo fantástico, dono de uma alegria ímpar. Não discute com ninguém, é o cara mais cordato que conheci.

Fomos convidados para comer uma feijoada na sua casa, jogar truco e passar um domingo agradável.

Ele sempre gostou de cozinhar, enquanto o caldeirão fervia,  nós estávamos agarrados e hipnotizados  pelas cartas. Porém, enquanto jogávamos truco aparecia uma besta quadrada e toda hora tirava sua atenção:

“-Feijoada leva mandioca?”.

Depois.

“-Feijoada leva batata doce?” E assim foram incrementando o rango. Como ele não foi lá olhar depois de cozinhar bastante sua esposa desligou o panelão, isso era meio dia.

Lá pelas quatro da tarde bateu a fome nos pés de cana. Porém, a feijoada esfriou e não havia colher que entrasse naquela massa consistente. Foi preciso dividir o concreto em duas panelas e colocar muita água.

O almoço virou janta. Mas ficou bãããõoo. Bons tempos.

Quem não tem dinheiro…

MÁRIO F.S. JÚNIOR

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