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Araguari registra aumento considerável no número de casos de sífilis

qua, 12 de julho de 2017 05:59

Mel Soares

No primeiro semestre desse ano foram registrados quase 3800 casos de sífilis em Minas Gerais segundo dados registrados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG).

Em Araguari no mesmo período 153 pessoas, a maioria mulheres, foram diagnosticadas com a doença conforme dados repassados pela coordenadora administrativa do Centro de Apoio Especializado (CAE) Simone Guirelli.  “No ano de 2016 houve o registro de 177 casos de sífilis sendo 81 homens e 96 mulheres”, complementou.

Centro de Apoio Especializado, onde são feitos testes para detectar doença, funciona de segunda a sexta-feira das 7 às 17h

Centro de Apoio Especializado, onde são feitos testes para detectar doença, funciona de segunda a sexta-feira das 7 às 17h

 

Trabalho de aconselhamento para que a comunidade procure pelos serviços de testagem rápida para detectar a infecção sexualmente transmissível é feito no CAE. Além de exames laboratoriais e testes rápidos para VDRL (sífilis), são realizados exames de HIV, Hepatite B e C.

Em 2016 foram detectados 30 novos casos de HIV, 20 deles em homens.  Neste ano houve 9 casos, sendo que a maioria também foi em pessoas do sexo masculino.

O Centro de Apoio também oferece atendimento de médico infectologista por meio da profissional Alexandra Karina. Equipe multiprofissional para o aconselhamento e tratamento dos pacientes também é disponibilizada no CAE. “Garantimos ética e sigilo a todos os casos. É necessário a ajuda da população quanto à divulgação e orientação de que a sífilis tem tratamento e cura, as pessoas precisam apenas se testarem, e caso seja positivo tratarem”, destacou.

O CAE, localizado na praça José Rodrigues Alves, funciona de segunda a sexta-feira das 7 às 17h. Telefone para contato: 3690-3023.

Ações em parceria com o setor de Atenção Primária tem sido realizadas pelo CAE nos bairros Bela Suíça e Portal dos Ipês.

3 Comentários

  1. Anonimo disse:

    revejam o sigilo, pois tem funcionario que talvez não se lembra da importancia disso

  2. Anne disse:

    Pois é, o sigilo e obrigatorio, mais os numeros de casos NÃO, afinal de contas não tem nomes e nem endereços dos infectados. Logo, os casos tem que ser divulgados para que a população fique atenta. Viver com saúde é importante!!!

  3. Aline Guimarães disse:

    Bonito se fosse assim mesmo. Observando o atendimento la desde a triagem até o pós atendimento, é tratado mecânica e grosseiramente. Eles rotulam os pacientes da pior forma, e acredite não é deixando de lado o sigilo, é o julgamento para a própria pessoa que recebe o diagnóstico. Fazem “críticas” em forma de “descontrair” qum esta ali talvez aflito. Brincando com as preferências sexuais, ou taxando de forma as vezes tentando dar “bronca”. O laudo já é um tapa na cara por si só, não há necessidade de bater do outro lado.

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