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Secretária de Saúde responde perguntas de vereadores sobre cirurgias do SUS

qua, 21 de setembro de 2016 05:11

Da Redação

Convocada pela terceira vez pela Câmara a prestar esclarecimentos, a secretária de Saúde, Lucélia Rodrigues, respondeu perguntas sobre as cirurgias de catarata, convênios com laboratórios, exames de alto custo e de sangue, bem como prestação de dados relacionados à esses procedimentos. Na sessão de ontem, ela ressaltou que as ausências haviam sido justificadas, sendo a última por recomendação médica – ela havia passado por um exame.

No ano passado, segundo informações da secretária, foram realizados até julho 132 mil exames de laboratório. Até julho desde ano, haviam sido liberados 142 mil exames, 10 mil a mais. “Existe um limite de verba de 810 mil reais para exames de alto custo e internações hospitalares. Só nas internações na Santa Casa são investidos 540 mil reais. E ainda temos fisioterapia, tomografia, ressonância, consulta oftalmológica, manutenção da Policlínica Dr. Oabi Gebrim. Estamos tentando o aumento do repasse. Desde 2012 recebemos do governo o mesmo valor,” disse.

Secretária de Saúde, Lucélia Rodrigues respondeu questionamentos de vereadores

Secretária de Saúde, Lucélia Rodrigues respondeu questionamentos de vereadores

 

Indagada, ela respondeu que 22 a 23% da receita corrente líquida do município é aplicada em Saúde, valor menor do que em governos anteriores.

Sobre as cirurgias eletivas, Lucélia Rodrigues afirmou que os pacientes cadastrados são todos deste ano. “Quando começamos alguns estavam aguardando desde 2008 e 2009. São feitas 60 cirurgia eletivas por mês,” disse.

Em relação ao credenciamento para os procedimentos oftalmológicos, só uma firma se habilitou. “Desde 2014 conseguimos uma habilitada, de Araguari, Oftalmoclínica. É feita a distribuição no contrato de 120 consultas por mês. Para cada unidade são sete consultas/mês, dando prioridade àquelas pessoas que não podem esperar na fila,” comentou.

As cirurgias de otorrinolaringologia foram feitas a partir de uma campanha do governo, que enviou verba extra. “Além disso, pediram uma complementação do município. Quando o paciente tem o sintoma, quem faz a avaliação final é o médico. Só podemos fazer as operações quando o SUS liberar a campanha,” destacou.

Uma das polêmicas levantadas na ocasião estava relacionada à falta de guia de ultrassom, exame realizado através de parceria pelo laboratório do Imepac. “Eles estavam de férias. O ultrassom foi normalizado. Mais de mil vias de exames laboratoriais e aproximadamente 400 para ultrassom. Para quem é disponibilizado não temos como falar, mas posso mandar para os senhores (vereadores) o protocolos,” respondeu a secretária.

Outras perguntas envolvendo saúde foram feitas a Lucélia, que preferiu não responde-las alegando que boa parte dos temas poderiam ser tratados na próxima sessão, 27, em que ela estará novamente presente. Desta vez, o tema será a Unidade de Pronto Atendimento.

PROJETOS

Uma proposta de subvenção para a Associação de Congados e Moçambiques de Araguari foi aprovada por unanimidade na sessão de ontem, projeto de Lei nº 150/2016.

O projeto de Lei nº 148, que dispõe sobre uma alteração legal, referente à exigência de inscrição de três anos na OAB como um dos requisitos para ocupar o cargo de advogado nos quadros do Executivo recebeu pedido de vista do vereador Rafael Guedes (SD).

O projeto de Lei nº 151 autoriza a criação de dotação orçamentária na secretaria municipal de Fazenda, mediante a abertura de crédito especial.  São duas dotações, cada uma no valor de 1.500 reais, referente à recursos ordinários. A proposta recebeu pedido de vista da vereadora Eunice Mendes (PMDB).

1 Comentário

  1. Silvia disse:

    Pavor da cara dessa mulherzinha

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