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Radar – Ano novo…

ter, 7 de janeiro de 2014 00:00

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ANO NOVO…
2014 começou; e o principal foco está no cenário político, haja vista que a cidade tem a oportunidade mais uma vez este ano de eleger nossos deputados, seja na esfera estadual ou federal, o que não acontece há mais de trinta anos, sem contar os dois anos que Marlos Fernandes (PPS) assumiu por volta de 2006 à 2007, na condição de suplente. Apesar da vontade do mesmo, toda estrutura de gabinete e os recursos, estiveram sob domínio do então titular afastado. Para se ter uma ideia, os últimos deputados— estadual e federal eleitos por Araguari foram Milton Lima e Raul Belém.

CONTAGEM REGRESSIVA
Faltando praticamente nove meses para uma importante eleição principalmente para a cidade em se tratando de deputados, ainda estão mantendo seus nomes como pretensos candidatos à esfera federal, o ex-prefeito Marcos Alvim (PSC) e o empresário e vereador Cezar Batista de Oliveira “Cezinha” (SDD) empolgados com os últimos resultados positivos conseguidos nas eleições anteriores pelo ex-vereador Roberto Naves Cocota, Justino Carvalho Neto (PRB) e Raul Belém, cuja expressiva votação para federal, impulsionou seu nome para a eleição a prefeito em 2012.

INCHAÇO
Para estadual, pelo andar da carruagem, Araguari pode ficar mais quatro anos sem representante, caso não haja um entendimento entre os interessados. Além dos vereadores Sebastião Joaquim Vieira “Tiãozinho” (PRP), Giulliano Rodrigues – Tibá (PTC) e Rafael Guedes (SDD), temos ainda o ex-vereador Luiz Antônio Lopes (Porcão) (PTN), sem contar com votos que são dados aos chamados candidatos “paraquedistas” de outras cidades. Pelas ruas, os eleitores sabem da importância de eleger um deputado da cidade, mas estão cobrando entendimento entre os pretendentes para que sejam no máximo dois candidatos a estadual, e um a federal.

CAMAROTE
Os três vereadores (“Tiãozinho”, Giulliano Tibá e Rafael Guedes), pretensos candidatos a deputado estadual, fazem parte da base de apoio do prefeito Raul Belém (PP), que sabiamente deve estar aguardando um entendimento entre os candidatos, principalmente em relação aos três vereadores, para definir seu apoio.

MAIS DISTANTE…
Entre Rio de Janeiro e Araguari, Justino Carvalho Neto (PRB) sem grupo e mesmo com seu partido fragmentado na cidade, garante que também é pré-candidato a estadual.  Quanto a Marlos Fernandes (PPS), estaria mantendo seu nome na disputa até pelo fato de ser um pedido do governo do Estado onde o mesmo ocupa um cargo desde que deixou a condição de vice-prefeito em Araguari.

DESAFIO
nene ramos
Cobrado sobre o dormitório de andarilhos do Ginásio Poliesportivo General Mario Brumm Negreiros, o secretário de esporte Maurício Ramos disse ontem ao programa “Chumbo Grosso” Rede Vitoriosa, que: ‘se não conseguir concluir as obras iniciadas na administração anterior até o final deste ano, vai entregar o cargo ao prefeito’.

BALANÇO
Em relação ao Legislativo, o presidente da casa, Sebastião Joaquim Vieira  espera implantar algumas ações que possam refletir de forma positiva no segundo e último ano da sua administração.

AOS 45 DO SEGUNDO TEMPO…
Apesar das dificuldades e os turbilhões de problemas enfrentados no primeiro ano do seu governo, o prefeito Raul Belém conseguiu fechar o ano com uma ação que refletiu positivamente na opinião pública, que aprovou a qualidade dos enfeites natalinos mesmo que de forma tardia.
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“Ficamos sem médicos e os hospitais lotados!”.
Da secretária municipal de Saúde Lucélia Aparecida Vieira, sobre o final de ano.

“A procuradoria trabalhou duro no final do ano sobre esse assunto, entre outros!”
Do procurador geral do Município, Leonardo Borelli, em relação à ocupação de uma área próxima a passarela do bairro São Sebastião por integrantes do Movimento dos Sem Tetos.

1 Comentário

  1. Edilvo Mota disse:

    Sempre, em períodos eleitorais, candidatos e seus asseclas deitam falação contra a saúde pública; e prometem maravilhas, caso eleitos. Mera fanfarronice eleitoreira, permeada de irresponsabilidade e desrespeito à inteligência mediada. O problema da saúde pública no Brasil vem desde a gênese do SUS, construído filosoficamente para garantir atenção integral a toda população sem as garantias de financiamento e gestão necessárias. A secretária Lucélia Vieira é profissional extremamente competente, porém lhe faltam (assim como aos demais seus colegas) ferramentas indispensáveis para a consecução de seu mister. Enquanto saúde pública não passar a ser prioridade absoluta para toda sociedade, o país continuará convivendo com esse drama; e os oportunistas da política continuarão a usar o SUS como trampolim eleitoreiro, sem se ocupar de entender o assunto nem se preocupar com a viabilidade de suas falsas promessas.

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