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Projeto “Por um mundo melhor” estimula a construção de aquecedores solar com materiais recicláveis

sex, 20 de dezembro de 2013 01:16
A substituição da energia elétrica pela energia solar para a geração de água  quente foi um dos pontos importantes do projeto. Foto: Arquivo pessoal

A substituição da energia elétrica pela energia solar para a geração de água quente é um dos
pontos importantes do projeto.
Foto: Arquivo pessoal

ADRIANO SOUZA – O que você faria com garrafas de refrigerante PET, caixas de leite e de suco tetra pak e tubos de PVC? Jogaria fora? A proposta do projeto “Por um mundo melhor”, é dar uma destinação ecologicamente correta a esses materiais e economizar energia elétrica em casa, fazendo um sistema de aquecimento solar.

Com a ideia simples de reaproveitar materiais que são descartados como lixo na maioria das casas, um grupo de amigos descobriu uma forma de agregar valor a famílias de baixa renda e de economizar custos nas residências. Essa ideia é de grande importância para uma população brasileira que possui dificuldades de descobrir que o conhecimento está a seu lado e é de fácil aplicação. Basta força de vontade para melhorar a qualidade de vida do cidadão, pois qualquer pessoa pode construir esse sistema de aquecimento de água utilizando a luz solar.

A dinâmica da vida nos condiciona à ação de pensar em solucionar vários problemas existentes no cotidiano. O homem desde a sua criação vem procurando uma maneira de facilitar sua vida, com conforto e comodidade. Com isso, a reportagem da Gazeta do Triângulo, foi conhecer de perto o intuito do projeto, que é mostrar a economia de energia elétrica e o quanto o meio ambiente será beneficiado.

Segundo um dos integrantes do grupo que desenvolve esse importante projeto, a proposta é de despertar nas pessoas a consciência de que as embalagens pós-consumo como garrafas pet e embalagens cartonadas longa vida podem transformar-se em algo útil. “Pensamos não só em melhoria física, mas sim, como um meio de divulgação do aquecedor reciclável e conscientização de que o ‘lixo vira água quente’”, disse

Segundo Oldeley Justino, a substituição da energia elétrica pela energia solar para a geração de água quente foi um dos pontos importantes do projeto, pois um dos vilões de maior gasto de energia em residências é o chuveiro elétrico.

“A escolha por esse assunto surgiu pelo fato de o aquecedor solar ser de baixo custo, fácil acesso, por ser sustentável, econômico e viável a curto e em longo prazo. Além do intuito de procurar conscientizar e divulgar quantas vantagens terá a favor do meio ambiente e como poderemos utilizar a energia solar a nosso favor.  Infelizmente não temos como doar esses aquecedores para famílias carentes, mas ensinamos a construir”, destacou Olderley Justino, um dos representantes do grupo, que lembrou que no início do ano será realizada uma oficina de aprendizagem no bairro Novo Horizonte.

Esse projeto é desenvolvido por Olderlei Justino, Manoel, Ricardo, Mauro, Dorival, Lucimeire, Simone, Priscila e Jayne que integram o grupo.

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