Procon aciona Ministério Público para reaver dinheiro dos ingressos de show cancelado
sex, 17 de março de 2017 05:47Da Redação
As pessoas que adquiriram ingressos para o show da cantora sertaneja Marília Mendonça esperam reaver o dinheiro, entretanto, um comunicado dos responsáveis pela organização do evento pode tornar complicado e demorado o procedimento de reembolso.
Isso porque na noite da última quarta-feira, 15, o Procon de Araguari foi informado que a produtora não possui o valor suficiente para fazer o pagamento àqueles que optaram pelo recebimento em dinheiro. Os ingressos foram comercializados entre R$ 50 e R$ 150. As quantias seriam devolvidas no dia 27 de março. A informação foi confirmada pela reportagem junto ao órgão de Defesa do Consumidor.

Segundo a direção do PROCON, o Ministério Público foi acionado
De acordo com Michelle Cursino, diretora do departamento Jurídico do Procon, na tentativa de resolver a situação, um ofício foi encaminhado na tarde de ontem, 16, para o Ministério Público, explicando o ocorrido. “Solicitamos o agendamento de uma audiência junto à Curadoria de Proteção e Defesa do Consumidor. Acreditamos que em breve os responsáveis sejam notificados para firmar um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com o Ministério que poderá autuar e multar os representantes em caso de descumprimento do acordo,” ressaltou.
A diretora ressaltou ainda que o Procon estará presente na audiência e irá acompanhar todo o procedimento para garantir o reembolso dos consumidores e evitar outros transtornos. O evento foi cancelado por duas vezes devido às condições climáticas. Inicialmente, a cantora estaria na cidade no dia 3 de fevereiro, para se apresentar no Parque de Exposições “Rondon Pacheco”.
O show foi adiada para 9 de março, sendo posteriormente cancelado definitivamente devido às chuvas que danificaram os equipamentos, impossibilitando a apresentação.
Caso parecido aconteceu em 2015, após o anúncio de que a banda RPM se apresentaria no dia 6 de junho, no salão nobre do Pica-Pau. No entanto, o show foi adiado para o dia 20 de junho. O ingresso não era vendido separadamente, sendo necessário adquirir uma mesa de seis lugares, que no total, custava 480 reais.
No final de agosto daquele ano, a organizadora do evento, Marísia Gonçalves da Silva garantiu que faria a devolução do dinheiro, entretanto, as queixas continuam. A reportagem tentou entrar em contato com a produtora do evento, mas até o fechamento desta edição, ela não havia retornado as ligações.
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