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Preso por explosão de caixa eletrônico pode ter cometido assassinato em Araguari

qui, 13 de março de 2014 00:35

DA REDAÇÃO – A Polícia Civil pode estar bem perto de elucidar o assassinato que vitimou Adilson Aparecido da Silva, o Adilson Doido (44 anos), em fevereiro último, na rua Padre Nicácio, bairro Amorim. Ele foi executado com nove tiros de pistola calibre 380, na porta de um estabelecimento de mototáxi. Cinco atingiram a cabeça.

Adilson foi morto há um mês, no bairro Amorim. Foto: Divulgação

Adilson foi morto há um mês, no bairro Amorim. Foto: Divulgação

Recentemente, um suspeito de cometer o homicídio foi preso após a explosão de um caixa eletrônico do Banco do Brasil em Coromandel, no Alto Paranaíba. Com ele, os policiais localizaram uma arma de fogo com seis munições calibre 380 – que pode ter sido utilizada para matar Adilson. O rapaz de 29 anos, natural de Araguari, ainda escondia 5.800 reais em dinheiro no bolso de sua jaqueta.

O delegado Fernando de Campos Storti (4ª DRPC), que cuida do caso, deve se pronunciar ainda nesta semana, mas adiantou à reportagem que exames periciais serão realizados com o intuito de apurar se os projéteis encontrados no corpo de Adilson partiram da pistola apreendida com o suspeito.

Conforme Storti, o suspeito teria motivos para cometer o crime, no entanto, preferiu fornecer detalhes mais completos somente após os resultados da perícia. O jovem se encontra recolhido na prisão em Coromandel, onde deverá ser ouvido pelo delegado a qualquer momento.

Na explosão do caixa eletrônico, dia 21 de fevereiro, por volta de 4h, foram presas dez pessoas entre 19 e 27 anos, todas residentes em Uberlândia. Houve troca de tiros durante a perseguição e três viaturas da Polícia Militar foram danificadas.

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