Prefeitura garante atendimento normalizado em saúde bucal
sex, 16 de janeiro de 2015 03:08Após especulações, profissionais rechaçam irregularidades no serviço
DA REDAÇÃO – Um sentimento de indignação. Ao menos, essa foi a máxima defendida por integrantes do serviço de odontologia após especulações quanto à falta de materiais e deficiências no atendimento, situação que foi rechaçada pela equipe.
Procurada pela reportagem, Angélica do Prado Antônio Ferreira, referência em saúde bucal, aproveitou para esclarecer a situação. “Particularmente, fico bastante aborrecida, pois temos tantos anos de prestação e não sei se por questões de politicagem, criam-se boatos que não condizem com a verdade. O funcionamento da odontologia segue normal, com todos os materiais de qualidade para se trabalhar. Além disso, temos profissionais com vasta experiência, o que garante um serviço ainda melhor”, garantiu.
Os questionamentos em relação ao atendimento chegaram a ganhar comoção nas redes sociais. Indagada acerca da falta de medicamentos, a especialista garantiu que o serviço não deixou de ser prestado, muito por uma série de mecanismos para abastecer a falta de determinado material.
MEDICAMENTOS
“Sempre acompanhamos a escolha dos materiais para evitar desperdícios. Existe um controle muito detalhado, fazendo a solicitação de parte do que foi comprado primeiramente para depois pedir a complementação da entrega. A única situação atípica que ocorreu foi em dezembro, quando demoraram a entregar as luvas. Mesmo assim, não ficamos um dia sequer sem atender por falta de medicamento, pois temos alternativas suficientes para suprir cada material”, elucidou.
EFETIVO
Ao todo, 71 profissionais integram a saúde pública bucal, distribuída entre 48 dentistas e 23 auxiliares. Sobre a disponibilidade das equipes, Angélica do Prado também relutou qualquer transtorno ocasionado por falta de funcionários em postos de saúde.
“Temos um efetivo grande, incluindo alguns profissionais que estão afastados por licença de saúde. Mesmo assim, todas as unidades têm o número suficiente, com especialistas prontos para reposição. Não há consultório fechado por falta de funcionários”, ratificou.
ATENDIMENTO
Ainda segundo Angélica, a equipe cumpre os serviços preconizados pelo Ministério da Saúde, incluindo ações de restauração, extração, curativos, raspagem gengival e outros de exigência mais simples. Em casos mais delicados, o paciente recebe as avaliações necessárias até ser conduzido para outros locais, como a Policlínica “Dr. Oabi Gebrim”.
“O paciente deve se deslocar até a unidade mais próxima, agendando a consulta e fazendo o exame bucal. Assim, o dentista verifica os problemas aparentes, faz a limpeza e a aplicação de flúor compatível com a idade. Se, por exemplo, algum paciente precisar de um canal, o especialista faz o encaminhamento para ser atendido na atenção secundária, onde recebe o tratamento”, ponderou a especialista.
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