Poderes Executivo e Legislativo contam com o apoio do 2° Batalhão Ferroviário
ter, 29 de maio de 2018 05:57Da Redação
Representantes se reuniram buscando alternativas para o desabastecimento gerado pela greve dos caminhoneiros
Na tarde dessa segunda-feira, 28, representantes dos poderes Executivo e Legislativo estiveram reunidos com o comando do 2° Batalhão Ferroviário. A pauta de discussão, foi a tentativa de encontrar soluções tendo em vista o desabastecimento causado pela greve dos caminhoneiros.

Representantes da prefeitura e da Câmara Municipal se reúnem com o comando do Batalhão Mauá
O comando do 2º Batalhão Ferroviário – Batalhão Mauá se manifestou sobre o assunto afirmando que está em coordenação com os poderes públicos constituídos, com o intuito de trazer normalidade à situação, no mais curto prazo possível.
O vereador Wesley Lucas de Mendonça (PTC) informou que a reunião foi motivada tendo em vista a preocupação em relação a falta de abastecimento de combustíveis dos veículos que prestam serviços na área da saúde, como ambulâncias, além do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e transporte de estudantes.
“Tivemos o conhecimento de que algumas cidades estão conseguindo abastecer estes carros e vamos buscar alternativas para atender esta demanda. Uma das minhas maiores preocupações refere-se a falta de combustível para atender pacientes que precisam se deslocar a outras cidades para tratamento médico”, argumentou.
O edil disse que, apesar de ser favorável a greve dos caminhoneiros, é preciso trabalhar de forma a garantir que serviços básicos não sejam comprometidos.
“Somos solidários ao movimento, ele é necessário, mas devemos garantir o mínimo necessário para a subsistência da sociedade, que é a alimentação, saúde, segurança e educação”.
Logo após a reunião com o Batalhão Ferroviário, o procurador-Geral do Município, Leonardo Henrique de Oliveira, esteve no Ministério Público. Ele informou a reportagem que foi iniciada uma tratativa junto à promotoria do Consumidor, para representar uma demanda da prefeitura e de toda a comunidade, que é o abastecimento. “Propusemos ao Ministério Público, que está em análise, buscando uma solução geral. Se não enxergarem esta necessidade, vamos atuar apenas na questão de abastecimento das ambulâncias. Lembrando que em um caos onde ninguém tem combustível, as ambulâncias disponíveis, aproximadamente doze, são insuficientes para atender a todas as ocorrências”, ressaltou.
O procurador exemplificou que, em casos de desmaio de pacientes, são encaminhados a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) por meio de veículos de familiares, e que neste caso, em que a população carece de combustível, as solicitações aumentariam expressivamente.
“Pedimos a todos que evitem usar os veículos, deixando-os parasituação de emergência”, alertou.
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