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Movimentação em clubes da cidade requer cuidados de segurança

sáb, 12 de janeiro de 2019 05:35

Da Redação

O período de férias, juntamente com o verão e Sol forte, propicia o aumento na movimentação em clubes. A reportagem do Gazeta do Triângulo entrou em contato com os responsáveis por clubes da cidade, que informaram, além da intensificação no movimento de banhistas, a presença de guarda-vidas.

A obrigatoriedade de guarda-vidas em clubes é regulamentada pela Lei nº 3.115/96 **Divulgação

A obrigatoriedade de guarda-vidas em clubes é regulamentada pela Lei nº 3.115/96
**Divulgação

 

A obrigatoriedade de guarda-vidas em clubes é regulamentada pela Lei nº 3.115/96. Ela estabelece em seu primeiro artigo que as empresas, clubes particulares ou entidades públicas que exploram parque aquático no município, cobrando pelo seu uso, ou não, devem manter, nos horários e funcionamento, guarda-vidas no local.

O segundo artigo determina que a entidade deverá manter, no horário de funcionamento do parque aquático, no mínimo um guarda-vidas, aumentando este número em mais um, para cada mil associados. Em 2007, foi sancionada a Lei Municipal 4.323, acrescentando que, nos parques aquáticos deverão ser afixadas placas, em local próximo às piscinas, informando a profundidade de cada uma.

A segunda maior causa de mortalidade infantil no Brasil é decorrente de afogamentos, de acordo com uma pesquisa da ONG Criança Segura. Desta forma, o Corpo de Bombeiros dá algumas orientações, a fim de garantir a segurança de toda a família: informar-se quanto à profundidade do local; evitar brincadeiras como simulação de afogamentos; não deixar crianças entrarem sozinhas na água.

Outro conselho é sempre utilizar o colete salva-vidas, fundamental para as crianças. Boias e outros equipamentos infláveis também podem ser usados, porém não são eficazes em casos de afogamentos (podem furar, esvaziar, escorregar ou até mesmo virar). De acordo com recomendação do Corpo de Bombeiros, o colete salva-vidas é o único recurso confiável para a proteção da criança na água.

Os adultos também devem manter os cuidados com a segurança. Os bombeiros apontam que a maioria dos afogamentos acontece devido à embriaguez; desta forma, é importante evitar a combinação bebida e piscina.

 

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