Heels & Wheels – Ex-aposentado
ter, 17 de janeiro de 2017 05:12Ex-aposentado
O que era inimaginável há pouco mais de dois meses se concretizou nesta segunda-feira, 16. Depois de uma despedida emocionante em Interlagos, Felipe Massa vai correr pela Williams em 2017. O retorno de Felipe ao grid também garante a permanência do Brasil pelo menos por mais uma temporada na categoria. Mas o que esperar de Massa nesta temporada? Felipe sempre se mostrou competitivo e muito focado e teve ninguém menos que Michael Schumacher como sua grande referência no começo da carreira na Ferrari. O piloto vai ser uma espécie de mentor de Lance Stroll no início da sua jornada na F1. Seja como for, o brasileiro ainda é jovem, vai fazer 36 anos e que 2017, Massa tenha condições de fazer um bom trabalho e dar sequência à carreira, por que não dizer, vitoriosa em sua passagem pela F1.

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Família Bonneville
A Triumph vem explorando cada nicho de seu segmento. Em meados de outubro, a marca inglesa apresentou três novas integrantes da família: a Bobber, a Scrambler e a Street Cup. Entretanto, hoje, nosso foco é a Bobber, um modelo totalmente novo. A motocicleta remete fielmente aos modelos dos anos 1940. Basicamente é nesse mesmo conceito que a Bobber foi apresentada: minimalista, mas utilizando a mesma tecnologia que caracteriza a renovada família Bonneville apresentada em 2016. A Bobber chega ao Brasil no primeiro semestre de 2017 com preço ainda não definido.

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Street Cup
Além desta versão, outra moto que poderá incrementar a famosa Bonneville é a Street Cup. Trata-se de uma versão mais esportiva da Street Twin com itens como a capa do banco do garupa, que deixa a moto com cara de café racer e um pequeno defletor frontal que combinados com uma cor amarela com listras cinza torna a moto muito atraente. Por fim, a Street Scrambler, baseada também na Street Twin, conta com mais de 150 acessórios para deixá-la com a cara do seu proprietário. Agora é torcer para ver a família Bonneville completa no Brasil.

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Mulheres no Dakar
Na edição de 2017, três mulheres competiram entre as 143 motos: Laia Sanz, da Espanha, que desta vez ficou em 16º lugar. Rosa Romero, também da Espanha, que em sua sexta participação ficou com o 80º lugar e Anastasiya Nifontova, 75º lugar. O Rally Dakar é a competição a motor mais difícil e perigosa do mundo, a logística dos apoios é bastante complicada e os custos para participação são altíssimos. Mas ao longo da história sempre há uma mulher disposta a enfrentá-lo. No primeiro Dakar, em 1979, foram sete inscritas e a melhor colocada foi Martine de Cortanze, com um 11º lugar. Outra piloto famosa é a sueca Annie Seel, pequena e muito forte, também participou das competições de moto e quadricíclo.

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