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Equipes intensificam a fiscalização no último mês da piracema

ter, 11 de fevereiro de 2014 00:05

Polícia Ambiental e especialistas aumentam o combate a pesca irregular

Equipes da Polícia Ambiental e SUCFIS combatem a pesca irregular na região. Foto: Divulgação

Equipes da Polícia Ambiental e SUCFIS combatem a pesca irregular na região. Foto: Divulgação

P.J. GODOY – Depois de quase quatro meses, falta pouco para o fim do período da piracema nas bacias da região. Ainda assim, o 4º Pelotão de Meio Ambiente e Trânsito Rodoviário intensifica as ações a fim de coibir a pesca irregular.

Na última quinta-feira, 6, um trabalho conjunto entre policiais ambientais e técnicos da SUCFIS (subsecretaria de Controle e Fiscalização Ambiental Integrada de Minas Gerais) desencadearam uma operação nas imediações da Usina Hidrelétrica de Emborcação. Além de Araguari, a ação abrangeu os municípios de Grupiara, Cascalho Rico e Estrela do Sul.

Com o apoio de várias embarcações para o patrulhamento, as equipes apontaram um alto número de apreensões e autuações. No entanto, a ideia ultrapassa o teor de repreensão. Foi o que informou o sargento da Polícia de Meio Ambiente e Trânsito Rodoviário, Silvino Silva de Jesus. Em entrevista ao Jornal Gazeta do Triângulo, ele explicou a proposta.

“O foco principal é coibir, fiscalizar e autuar aqueles que praticam a pesca irregular durante a Piracema. Mesmo assim, também agimos com o caráter educativo, orientando as pessoas”, afirmou o sargento, que lembrou dos equipamentos permitidos no período.

“Apostamos bastante na reeducação ambiental como o elemento fundamental para prevenir a pesca predatória. Registramos várias ocorrências de práticas irregulares, autuando e apreendendo os apetrechos de pesca. Neste último mês de piracema, vale afirmar que somente é permitida a utilização de materiais como linha de mão, caniço, molinete e carretilha, desde que haja a licença necessária”, completou.

Com base na afirmação do sargento, tanto as licenças embarcadas como as desembarcadas podem ser preenchidas no site do IEF (Instituto Estadual de Florestas), pelo endereço ief.mg.gov.br ou na página do Ministério da Pesca e Agricultura: mpa.gov.br.

Na bacia da região, peixes como tucunaré, piranha preta, tilápia e branquinha podem ser pescados regularmante, desde que atendam o limite máximo de três quilogramas mais um exemplar. Por outro lado, a pesca de espécies como mandi e barbados, comuns nas imediações, ainda são proibidas, sujeito a multas e prisão de um a três anos. Com início em novembro de 2013, a piracema se encerra no dia 28 deste mês.

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