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Coluna: Direito e Justiça (24/08)

qui, 24 de agosto de 2023 08:09

Direito e Justiça:
Pinga-fogo:
• Gratidão é a prece que devemos oferecer e dirigir a Deus todos os dias.
• Quando o telefone estava amarrado a um fio, as pessoas eram mais livres.
• Em um mundo feito de aparência, feliz é aquele que é feito de verdade.
• Não deixe ninguém tirar a sua paz, nem dependa de ninguém para se sentir feliz, pois esses sentimentos estão dentro de você. Caberá unicamente a você, e a ninguém mais, mantê-los vivos e fortes.
• As coisas ajeitam-se, quando a gente confia; aquietam-se, quando a gente acredita; tornam-se reais, quando a gente tem fé. Portanto, confie, acredite e tenha fé ainda que as circunstâncias sejam adversas. O mal não durará para sempre e depois da tempestade virá a bonança. Com certeza!
• Não se sinta mal, se as pessoas somente se lembram de você, quando precisam de sua ajuda. Sinta-se, ao contrário, privilegiado, já que você é como uma luz que aparece na mente deles, quando há ou estão na escuridão. Digo eu: se o procuram, é porque sabem onde, quando e de quem receberão auxílio, bondade, caridade e solidariedade.
• Nunca permita que alguém apague o seu brilho ou lhe roube a alegria de viver. Aprenda a ignorar aqueles que lhe fazem mal, supere suas dificuldades, esqueça se preciso for, mas nunca, nunca mesmo, desista de você. Deus te colocou neste mundo para ser um VENCEDOR e nada e ninguém poderá impedir. VOCÊ NASCEU PARA VENCER E PARA SER FELIZ.
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Frases que só brasileiros entendem:
– A porta dormiu aberta
– A luz dormiu acesa.
– Você segue reto toda vida.
– Eu fiquei preso do lado de fora.
– Escuta só para você ver.
– Não conheço, mas sei quem é.
– Vou só esperar o sol esfriar.
– Não vi nem cheiro.
P. S. : O Português falado aqui no Brasil é a língua mais bonita, mais rica mais gostosa de falar, aconchegante e doce (falada com açúcar), destacando bem as vogais e pronunciando as palavras mais devagar e sem pressa; muitas vezes (muitas mesmo) o “português brasileiro” torna-se intraduzível para outros idiomas. Querem exemplos? Eis apenas alguns:
– Espere um segundinho…
– É só um minutinho…
– Me dê um tempinho…
– A dar com pau (em quantidade)…
– Ele (ela) é uma coisinha fofa…
– Ele abotoou o paletó (morreu)…
– Abandonar o barco (desistir)…
– Acertar na mosca (acertou de primeira)…
– Adoçar a boca (dar algo em troca de um favor)…
– Tudo acabou em pizza (acabou na mesma)…
Que riqueza idiomática…! E quantos brasileiros não percebem isso…!
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Nem tudo é recuperável:
– Era uma vez… o fogo, a água e a confiança. Eles entraram em uma floresta escura, e fechada e o fogo disse:
– Se eu me perder, procurem a fumaça, pois onde há fumaça há fogo.
A água disse:
– Se eu me perder, procurem na umidade, pois onde há unidade há fogo.
Então, a confiança disse:
– Se eu me perder, não me procurem, pois uma vez perdida nunca mais me encontrarão.
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A geração que agora se vai:
Somos a última geração de ferro; uma geração que nunca mais vai voltar:
• uma geração que ia e voltava da escola e a pé; que tinha e que fazia amigos, que se contentava com as coisas mais simples e baratas, via filmes com Mazzaropi, Oscarito e Grande Otelo;
• uma geração que fez a lição de casa sozinha, para sair o mais rápido possível e poder brincar de pique-pique na rua;
• uma geração que passou todo o seu tempo livre na rua de sua cidadezinha do interior, mas que não usou e sequer conhecias drogas e nem desrespeitou os seus pais;
• uma geração que brincava de esconde-esconde, que rodava pião, que andava de velocípede, que subia em árvores e que ia pescar nos rios ainda não poluídos e que não haviam secado;
• uma geração que fez bolos de lama, que colecionava e jogava com bolinhas de gude coloridas, que usava bolas de futebol de capotão, que chupava pirulitos e que adorava rapa de suspiros;
• uma geração que fez brinquedos de papel com as próprias mãos, que usou estilingues ou bodoques e que fez tratorzinhos com carretéis de linha denteados, cera de vela, palito de fósforo e elástico, sem falar nos corrupios com elásticos e botões;
• uma geração que colecionou fotos, que pendurou flâmulas nas paredes do quarto, que juntou fotos de artistas e que colecionou álbuns, colando figurinhas e trocando as repetidas ou negociando as consideradas “difíceis”;
• uma geração que teve pais, e não idosos, aos quais tratava de senhor e senhora , calando-se e escutando, quando eles falavam;
• uma geração que orava antes de ir para a cama, que ria baixinho para que os pais não descobrissem que ainda estávamos acordados;
• uma geração que está passando e acabando-se muito rapidamente e que, infelizmente, nunca mais irá voltar.
P. S.: Recolhi o texto original através do Facebook, mas resolvi modificá-lo radicalmente, acrescentando muitos itens, para que representasse a vida que eu vivi na minha infância e adolescência Carmo da Mata – MG (1953/1960, Poços de Caldas – MG (1960/1961), Londrina – PR (1962/1970). Ressalto aos leitores que nasci em Carmo da Mata- MG em 17.02.1953. Apesar de todos os percalços – e que foram muitos, –, não posso queixar-me; aproveitei bem todos aqueles anos, e os excessos tecnológicos de hoje em dia não fizeram falta. Muito pelo contrário…!
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Doações para a biblioteca pública municipal:
• Guia Prático de Estudos – Português – 2 exemplares.
• Guia Rápido de Estudos – Inglês – 2 exemplares.
• As Aventuras de Tom Sawyer
Mark Twain – Editora Nova Fronteira.
• A Volta ao Mundo em Oitenta Dias.
Júlio Verne – Editora Nova Fronteira.

2 Comentários

  1. Eliane disse:

    Mandaram essas frases para o Siqueira Júnior e ele falou a mesma coisa. Os antigos criaram muitas frases, elas vem de longa data e são inúmeras. Tem um nova-iorquino que vem muito no Brasil o Tim, ele fala português e ele fica impressionado com essas frases.

  2. Rosmar de Souza disse:

    Eu não entendo nada o que essa coluna diz.eum monte de informação aleatoria

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