CANTINHO DO MÁRIO – 10 DE JANEIRO
sáb, 10 de janeiro de 2026 12:53
LIVRE ARBÍTRIO
O livre-arbítrio é a capacidade humana de fazer escolhas e tomar decisões de forma autônoma, sem ser completamente determinado por fatores externos ou internos, sendo um conceito central na filosofia, religião e ética, que discute nossa liberdade de agir segundo nossa própria vontade, com implicações morais sobre responsabilidade e o dilema entre destino e escolha livre. Ele envolve a autonomia para escolher entre opções, mas sua existência é debatida, questionando se nossas decisões são realmente livres ou influenciadas por experiências, biologia e contexto. O que não está incluído neste conceito é a consciência, que é Deus em nós. Essa liberdade de escolha parece ampla e irrestrita porque o Criador não derroga suas leis; ela é a pedra de toque do livre-arbítrio. Muitos conseguem ‘blindá-la’ temporariamente, quando estão hipnotizados pelo orgulho e egoísmo, cometendo atos que escandalizam, enquanto a hipocrisia tenta ponderar dizendo que os fins justificam os meios. A lei de causa e efeito é clara: teremos que compensar ceitil por ceitil. Assim, mesmo que uma pessoa perdoe outra por uma atitude menos feliz, aquela ação se torna uma dívida, um remorso que o ofensor terá que reparar, pois ficará impressa em sua consciência e, enquanto os requisitos da lei não forem satisfeitos, ficará em suspenso aguardando ressarcimento. Quando a ficha cai, para que sejamos verdadeiramente livres, além do acerto de contas, precisamos encarar nosso erro e nos perdoar; o autoperdão é fundamental para nossa paz. Podemos nos enganar por algum tempo, mas o arrependimento inevitavelmente nos coloca em nosso devido lugar. Muitas vezes lavamos nossa alma quando, por uma atitude impensada, pedimos desculpas à pessoa que ofendemos e somos bem recebidos. Entretanto, aquele incidente pode causar desencanto ao ofendido, caso seja melindroso ou tenha perdoado apenas da boca para fora; a amizade dificilmente voltará a ser a mesma. Por isso Jesus pregou a humildade: depois que a palavra sai da boca, ela não retorna, e imaginem outras atitudes mais graves. Existem pessoas que não medem as consequências, ‘alugam’ e ofendem os outros, mas não aceitam o mesmo tratamento e depois reclamam quando são evitadas. O livre-arbítrio, portanto, não é um direito irrestrito, sem limites; ele se parece com um cavalo que pode pastar apenas dentro do limite da corda amarrada ao seu pescoço. Sinto pena quando ouço pessoas dizerem: “O corpo é meu, faço o que quiser dele.” Será que não somos apenas fiéis depositários? O que realmente temos de nosso nesta caminhada? Tudo é emprestado pelo Criador. Jesus afirmou que somos cativos de nossas obras, ou seja, o que plantarmos, fatalmente, iremos colher. Tudo nos é lícito, mas nem tudo nos convém.
MÁRIO FERREIRA .:
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