Câmara Municipal rejeita veto do prefeito Marcos Coelho
qua, 18 de novembro de 2020 21:48Da redação
No último domingo, 15, as eleições municipais de 2020 ocorreram e, no mesmo dia, os resultados foram divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para alguns, a noite foi de comemoração. Para outros, o clima foi fúnebre.

Alguns vereadores que não obtiveram êxito na reeleição estavam ausentes na sessão.
No que diz respeito às eleições proporcionais, para as vagas de vereadores, as notícias não foram as melhores para alguns dos atuais parlamentares. Dos 17 membros do legislativo, apenas 6 lograram êxito na reeleição, ou seja, a partir de janeiro, a câmara trabalhará com renovação de quase dois terços dos edis. Ainda assim, para os 6 reeleitos, a votação foi acirrada. Alguns tiveram quase metade dos votos obtidos na eleição passada.
A sessão ordinária desta terça, 17, ilustrou bem o cenário. Com alguns vereadores ausentes, houve discussão sobre apenas uma pauta de sessão: um veto do executivo.
Um veto total do prefeito Marcos Coelho (PSB), relacionado à proposição de lei complementar n° 009 de setembro de 2020, que acrescenta os parágrafos 1°, 2° e 3° ao artigo de lei n° 1.638 de, 27 de fevereiro de 1974, que institui o código de postura do município de Araguari, dando outras providências. O projeto é de iniciativa do vereador Giulliano Tibá (PSB) e, foi aprovado pela câmara e, posteriormente, vetado pelo Poder Executivo, fazendo com que o veto retornasse à casa.
O veto foi discutido na casa legislativa e, após os trâmites, foi rejeitado. Apenas 2 vereadores votaram a favor do veto, os outros 10 foram contrários, 5 vereadores estavam ausentes. Assim, o veto total do prefeito acabou sendo rejeitado pela Câmara. O projeto em questão é relacionado à proibição do abate de pescados nos estabelecimentos de pesque pague, no sentido da atividade abate e posterior congelamento, mesmo que para preparo em cozinha própria.
No final da sessão, foi feito um minuto de silêncio pelos vereadores, servidores e cidadãos presentes, em homenagem a Luiz Sebastião Cardoso Farias, que foi vereador em Araguari e faleceu no último dia 14.
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Eu estava pensando que era algum assunto relacionado a construções de prédios altos para embelezar a cidade. Tem que liberar é para vir construtoras para fazer belas construções,
e vocês vem com assunto de peixe, misericordia.
Falar nisso quem foi o louco desarvorado que demoliu o prédio histórico do Padre Eloy. Eu já tinha ouvido um assunto no rádio, mas agora passeando pelo google satélite eu me assustei ao ver a triste cena.
TEM QUE CORTAR O DIA DE QUEM NÃO FOI. O DIA É CARO. DA MAIS OU MENOS UNS QUATROCENTOS REAIS POR DIA. FORA A VERBA DE GABINETE. NÃO DEIXA BARATO NÃO. Se um trabalhador que ganha merreca se faltar o dia é cortado. Esse cargo já foi extinto em muitos países.
Vereadores deveriam bater cartão para fazer jus ao salário que recebe, Brasil tem que fazer igual a países de primeiro mundo, acabar com este posto pois não agrega nada para a população