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Araguari é o quinto município do Triângulo Mineiro em qualidade de vida

ter, 9 de julho de 2024 09:12

Da Redação

A dimensão de necessidades básicas está entre os critérios avaliados
Divulgação

Estar entre as melhores cidades do país em qualidade de vida é crucial por diversos motivos. Primeiramente, isso significa que os habitantes têm acesso a serviços públicos de excelência, como saúde, educação e transporte, fundamentais para o bem-estar e desenvolvimento pessoal. Além disso, cidades com alta qualidade de vida atraem talentos e empresas, impulsionando o crescimento econômico e gerando mais oportunidades de emprego. A presença de um ambiente seguro, com baixos índices de criminalidade, também promove um sentimento de segurança e conforto entre os residentes.

Isso, por sua vez, fortalece o tecido social e melhora a coesão comunitária. Por fim, uma cidade com boa qualidade de vida tende a ser mais sustentável ambientalmente, contribuindo para a preservação dos recursos naturais e para um futuro mais equilibrado e saudável para as gerações futuras.

De acordo com o Índice de Progresso Social (IPS) Brasil, que avalia o desempenho social e ambiental de todos os 5.570 municípios do país, Uberlândia, Uberaba, Cachoeira Dourada e Arapuá estão entre os 308 melhores municípios do Brasil em qualidade de vida.

A finalidade é avaliar se os cidadãos têm as condições necessárias para prosperar integralmente. Isso inclui desde as necessidades básicas como abrigo, alimentação e segurança, até o acesso à informação e comunicação. O IPS também busca verificar se existe igualdade no tratamento dos indivíduos, sem discriminação baseada em gênero, raça ou orientação sexual.

Por outro lado, entre os piores avaliados do Triângulo e Alto Paranaíba estão Veríssimo, União de Minas, Guarinhatã, Romaria e Tiros.

O índice foi divulgado na quarta-feira, 3, pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), em colaboração com Fundación Avina, Amazônia 2030, Anattá Pesquisa e Desenvolvimento, Centro de Empreendedorismo da Amazônia e Social Progress Imperative. A pesquisa abrange três dimensões principais: necessidades humanas básicas, fundamentos do bem-estar e oportunidades.

As dimensões foram avaliadas por meio de 12 indicadores que abrangem diversos aspectos essenciais para medir o progresso social. A dimensão de necessidades básicas é avaliada através de dados que refletem a situação nutricional, acesso a cuidados médicos básicos, disponibilidade de água e saneamento, qualidade da moradia e segurança pessoal. Os fundamentos do bem-estar foram analisados considerando indicadores como acesso ao conhecimento básico, disponibilidade de informação e comunicação, estado de saúde e bem-estar geral, além da qualidade ambiental. Por último, as oportunidades foram avaliadas com base em indicadores que refletem direitos individuais, liberdades de escolha, inclusão social e acesso à educação superior.

Dentre as melhores avaliações do Triângulo Mineiro, estão: Uberlândia, com 82,42 para necessidades humanas básica; 73,61 para fundamentos de bem-estar; 51,3 para oportunidades; sendo 69,11 a avaliação total. Uberaba, com 79,26 para necessidades humanas básica; 70,42 para fundamentos de bem-estar; 51,78 para oportunidades; sendo 67,16 a avaliação total. Cachoeira Dourada, com 81,98 para necessidades humanas básica; 66,95 para fundamentos de bem-estar; 49,53 para oportunidades; sendo 66,15, a avaliação total. Arapuá, com 84,55 para necessidades humanas básica; 67,43 para fundamentos de bem-estar; 45,88 para oportunidades; sendo 65,95 a avaliação total.

Araguari ficou com a quinta colocação, alcançando os seguintes números: 81,55 para necessidades humanas

básica; 71,72 para fundamentos de bem-estar; 43,16 para oportunidades; sendo 65,47, a avaliação total.

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