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Obras na estrutura de sustentação de avenidas devem ser realizadas em caráter de urgência

sex, 7 de abril de 2017 05:03

por Mel Soares

Serviços que custaram em torno de 800 mil reais foram feitos no local há dois anos

No mês de março, uma forte chuva ocasionou queda de uma parte da estrutura no córrego Brejo Alegre que sustenta o trecho de ligação das avenidas Coronel Theodolino Pereira de Araújo e Minas Gerais. O transtorno foi previsto ainda em 2015, pelo então secretário de Obras, José Radi Neto, que na época, viabilizou reparos por meio de entulho sólido de construções.

Pouco tempo depois da saída de José Radi da pasta foi realizada uma obra no local estimada em mais de R$ 800 mil, mas que não surtiu efeito.

Previsão é de que a estrutura desabe na próxima chuva ou com o trânsito de caminhões pesados na avenida

Previsão é de que a estrutura desabe na próxima chuva ou com o trânsito de caminhões pesados na avenida

 

“Me formei há 32 anos e percebi, claramente, que iria cair. Em 2015 ainda não existia aquele passeio nem a grade, então corria-se o risco enorme das pessoas caírem em um buraco de 20 metros de altura. Depois desta intervenção foi construído um passeio e grades, mas com a chuva do mês de março, o serviço foi desperdiçado e a situação está pior”, alertou.

O engenheiro explica, ainda, que é necessário levar as tubulações para uma distância de 200 metros onde pode ser feita toda a estrutura, pelo fato de existir rocha. A previsão, após as fortes chuvas do mês passado, é de que a estrutura desabe após outro temporal ou devido ao trânsito de caminhões pesados na pista.

Segundo o atual secretário de Obras, Paulo Sérgio de Brito, a empresa que realizou os serviços foi acionada para corrigir o problema, no entanto, responsáveis alegam que o transtorno se deve as condições climáticas.

“Os engenheiros fizeram uma avaliação técnica sobre essa situação e chegaram à conclusão de que a empresa precisa corrigir o problema. Mandamos toda a documentação ao departamento jurídico da prefeitura que avaliará a possibilidade de acionarmos judicialmente”, afirmou.

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