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12 mil edições: Gazeta do Triângulo reúne histórias de quem ajudou a construir sua trajetória

sáb, 22 de agosto de 2026 08:00

Da Redação

Hoje, 22, o Jornal Gazeta do Triângulo comemora 12 mil edições. Para marcar a data, a reportagem conversou com ex-colaboradores de diferentes períodos e funções, que relembraram momentos de carinho, orgulho e aprendizado vividos durante a passagem pelo jornal. As histórias são diferentes, mas têm algo em comum: o Gazeta fez parte de importantes momentos da vida profissional e pessoal de cada um.

Para a jornalista Samara Arruda, o Gazeta ocupa um lugar especial por ter sido seu primeiro trabalho no jornalismo. Ela recorda com gratidão a oportunidade recebida de Darli Amaral e o apoio de Márcio no início da carreira. “O Gazeta do Triângulo tem um lugar especial no meu coração por ter sido o meu primeiro trabalho no jornalismo”, afirma. Para ela, o jornal foi “a minha base” e representa “a essência do jornalismo feito com amor e responsabilidade”.

Durante o período em que trabalhou como diagramador, Danilo Lemos recebeu a oportunidade de escrever semanalmente sobre futebol, especialmente sobre o Campeonato Brasileiro. A experiência é lembrada com orgulho. “O Sr. Darli foi muito generoso comigo. Eu não tinha conhecimento, mas, mesmo assim, ele me deu a oportunidade de aprender e fazer parte dessa grande história”, recorda.

O jornalista Luiz Muilla destaca a importância da decisão de Darli Amaral de assumir a direção do jornal em 2004. Para ele, a mudança foi fundamental para a continuidade do veículo. “Essa passagem de Afif para Darli manteve viva a maior história do nosso jornalismo escrito. Fazer parte disso tudo por quase 20 anos não tem preço”, afirma.

Para PJ Godoy, a passagem pelo Gazeta foi determinante para sua formação profissional. “O Gazeta foi muito mais do que um jornal para mim. Foi uma escola e uma fonte inesgotável de aprendizados”, destaca. Entre os ensinamentos que levou para a vida estão o valor da informação, a importância de checar os fatos e a responsabilidade no exercício do jornalismo.

Aiane Cris, que atuou no setor financeiro e administrativo, guarda principalmente as lembranças da convivência com os colegas. “A certeza de ter feito parte de uma verdadeira família” é uma das principais recordações que leva do período. Segundo ela, o Gazeta era muito mais do que um emprego: “era um lugar onde eu me sentia realizada e onde fui imensamente feliz”.

A revisora Ana Maria Campana, que esteve por 12 anos na redação, resume seu vínculo com o jornal de forma afetiva: “O Jornal Gazeta corre em minhas veias”. Ela destaca a alegria pela existência e persistência do veículo e afirma guardar “as melhores recordações” dos anos em que esteve na Redação.

A jornalista Talita Gonçalves chegou ao Gazeta aos 16 anos, como estagiária, após receber uma oportunidade de Darli Amaral. “Ali começava minha trajetória profissional e um momento decisivo de crescimento pessoal”, recorda. Entre as lembranças, está o último dia de trabalho, quando recebeu uma festa surpresa da equipe antes de seguir para uma nova oportunidade em Uberlândia. “Chorei litros!”, conta.

Para Melmara Montes, o período vivido no Gazeta também está entre “as melhores fases” de sua vida. Ela destaca a convivência com profissionais que se tornaram amigos, os conhecimentos adquiridos em diferentes editorias e, principalmente, as matérias de denúncia que beneficiavam a população.

As lembranças dos ex-colaboradores ajudam a revelar o que existe por trás da marca de 12 mil edições. Mais do que páginas impressas e notícias publicadas, existe uma trajetória formada por pessoas, encontros, oportunidades, desafios e aprendizados. Cada profissional deixou sua contribuição, seja na reportagem, revisão, diagramação, administração ou em outras funções fundamentais para que cada edição chegasse aos leitores.

 

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