Transtornos causados pela falta de água podem estar prestes a acabar após implantação de Telemetria
ter, 27 de março de 2018 05:13por Mel Soares
Projeto será totalmente viabilizado caso a empresa responsável pelo serviço comprove efetividade
A SAE (Superintendência de Água e Esgoto) deu início a implantação do sistema denominado Telemetria, que detecta mais rapidamente a falta de água nos bairros gerando economia de energia para a autarquia de aproximadamente 20% ao mês.
De acordo com o superintendente da SAE, André Fabiano Reis, o projeto, que está em fase de experimentação, promoverá o monitoramento das baterias e poços artesianos da cidade de Araguari. Com o programa em funcionamento é possível fazer a leitura, por meio de painel, da quantidade de recurso hídrico encaminhada às residências.

Medição é feita em tempo real
“A partir deste sistema poderemos dar uma resposta mais rápida a população quando houver problemas na emissão da água até as casas. Por meio do dispositivo é possível identificar a quantidade, quais são os horários que está sendo liberada para a rua e quais os poços que estão trabalhando”, explicou.
Além do painel, localizado na sede da SAE, com o detalhamento da situação em tempo real, o sistema estará disponível através de um aplicativo inserido no aparelho celular da equipe responsável para atender a demanda. “A SAE possui 150 poços artesianos, assim que for identificado problema no abastecimento de água, a luz vermelha se acenderá, o que dará mais agilidade para tomarmos as providências necessárias. Com isso será possível um retorno mais rápido para a comunidade”, argumentou.
Segundo informações do superintendente, ao detectar que poderá haver falta de água, é possível impedir que os dispositivos sejam queimados propiciando assim a economia de energia. “Teremos a informação imediata e a equipe da SAE se deslocará até o setor para resolver o problema”, acrescentou.
Atualmente está em implantação a primeira fase que inclui o monitoramento das baterias e a segunda fase, os poços solteiros da SAE. “Nas baterias temos 90% do trabalho pronto”, destacou.
Para viabilizar a ação, foi promovido processo licitatório e, para a continuidade dos serviços, a empresa deverá comprovar efetividade nos próximos dois meses. “O contrato apenas será validado se for confirmada a economia de pelos menos 20% na energia da SAE. Apenas depois disso iremos começar a ter gastos, em torno de 70 mil reais por mês”, concluiu.
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pena q essa economia vai para o bolso dos políticos e não pro bolso do consumidor q são os verdadeiros dono da autarquia