Terapia libera a energia que causa várias doenças, oriundas dos aspectos emocionais
sáb, 18 de agosto de 2018 05:32Da Redação
A carência de investimentos em políticas públicas contribui consideravelmente para a recorrência de doenças psicossomáticas causadas pela falta de cuidado com a saúde mental, ainda é tabu na sociedade. Apesar disso, o número de pessoas que tem procurado a área da psicologia e outros métodos para evitar ou se livrar de doenças como a depressão, enxaquecas e gastrites aumentou nos últimos anos.

Pontos na cabeça quando tocados suavemente acessam nossos arquivos mentais e emocionais
Segundo informações da psicóloga Kerlley F. Barros, graduanda em terapia sistêmica, uma das terapias complementares que auxiliam no processo de restabelecimento da saúde é a terapia em Barras de Access®. Ela é uma terapia corporal em 32 pontos na cabeça que quando tocados suavemente acessam nossos arquivos mentais e emocionais. Estes toques permitem que o corpo da pessoa se desprenda dos pensamentos, ideias, condicionamentos, emoções, atitudes e crenças limitantes que ela tenha registrado sobre qualquer situação ou experiência, e que possa também ter sido a causa da doença.
“Hoje, nós sabemos o quanto as doenças estão ligadas a padrões de pensamentos, comportamentos e sentimentos. Mesmo após apenas uma sessão de Barras de Access® tenho presenciado, em meu consultório, manifestações físicas de melhora e até cura de enxaqueca, depressão, gastrite e, principalmente, de problemas intestinais, e de estômago. Essas questões do digerir, do deixar ir. Tudo isso é possível trabalhar quando as Barras de Access® são tocadas”, explicou.
“Primeiramente, o paciente é submetido a uma conversa terapêutica antes de receber o procedimento. Geralmente são feitas de 7 a 21 sessões para finalizar o tratamento. Mas, em alguns casos é necessária apenas uma sessão “bombástica”. Após ensinar a pessoa a ter esse contato com o corpo dela, ela mesma decide quando deseja voltar”, ressaltou.
O trabalho é desenvolvido com todas as faixas etárias, incluindo crianças e adolescentes, sobretudo, para tratar assuntos ligados as escolhas na juventude, como a formação profissional. Nesta fase da adolescência também surgem mudanças hormonais e dúvidas sobre o futuro, o que pode comprometer o bem-estar. “Trata-se de uma fase de procura pela identidade, horas de muita tristeza, horas de muita alegria, escolha profissional, do vestibular, desta escolha e o de dar certo nesta escolha. A gente trabalha muito com o pré-vestibular. O intuito é trazer este equilíbrio para que as pessoas possam olhar para estas possibilidades infinitas nesta questão do estudo. E poder decidir por si mesmo e que seu psicológico e físico não sejam afetados negativamente”, destacou.

Psicóloga Kerlley F. Barros, graduanda em terapia sistêmica
A terapeuta em Barras de Access®, esclarece que 90% do comportamento humano, dos sentimentos, são de origem inconsciente. “O que nós manifestamos é uma junção de tudo, daquilo que nós sabemos o que é, e também daquilo que nós não temos acesso. Tanto que nas barras, o slogan do Access é empoderando as pessoas a saberem o que elas já sabem. O objetivo é a plenitude, a felicidade, a alegria, e ao ter acesso a estas questões do inconsciente abrimos portas para chegar neste estado de facilidade, alegria e glória”.
Uma das recomendações para facilitar o trabalho de psicoterapia é encaminhar os pacientes para receber as barras, facilitando o processo de ressignificação. “Lembrando que este método, com Barras de Access não é da área da psicologia, mas sim uma terapia complementar. As pessoas pensam que é uma questão mística, espiritual e, na verdade, é ciência pura. Inclusive tem um neurocientista que interessado em saber o que essas Barras provocavam nestas questões de ondas cerebrais, ele fez um estudo antes das barras, durante as barras, e depois das barras com eletroencefalograma, onde foi possível ver perfeitamente essas ondas cerebrais chegando aos níveis necessários de acesso a esse inconsciente e de relaxamento, tranquilidade, e isso já foi constatado pela ciência”, garantiu.
A terapia também é aplicada em crianças que apresentam dificuldades de aquisição de habilidades sociais, transtornos como déficit de atenção e hiperatividade, ansiedade e dificuldade para comer.
“O trabalho com crianças além de ser muito eficaz é muito rápido. A gente trabalha com considerações, isto é, quanto mais velho a gente é mais considerações sobre o mundo a gente tem, sobre relacionamento, trabalho. Então o que está armazenado é pouco, então libera muito mais fácil”, disse.
A terapeuta exemplifica o caso de uma criança de 10 anos que após uma sessão já resolveu grande parte do problema. “A família disse que a criança começou a manifestar bastante tranquilidade”.
Sobre o tabu relativo a saúde mental, algo que ainda é notório na sociedade, a psicóloga avalia que ele persiste sendo que o lidar com a dor física é mais cômodo, pois pode ser controlado por meio de medicamentos.
“Buscar a raiz emocional dói. E nós somos seres que estamos buscando sempre fugir da dor. Só que a dor é uma realidade, e ela liberta”, considerou.
Um dos assuntos abordados pela profissional foi a respeito das crenças a respeito do dinheiro. “Tem gente que trabalha muito, mas não tem dinheiro. Isto tem relação com as considerações que temos com o dinheiro, como crenças de que eu não sou merecedor, que ricos não são felizes. A gente compra este pensamento social, familiar, e acaba funcionando neste automático, e sempre que tem dinheiro damos um jeito de fazer com que este dinheiro não renda”.
Além da questão financeira com as Barras, também pode ser trabalhado outros temas como sobre a sexualidade, o corpo, entre outras. Um exemplo disso pode-se questionar: “Quais são as minhas considerações a respeito da sexualidade como um todo, meus relacionamentos, no receber e ao me proporcionar prazer”? Sobre a cura de doença, quando a pessoa tem ganhos secundários, pode-se questionar: “Como eu estou considerando a possibilidade de cura? Quais as considerações que eu tenho a respeito de cura? Eu considero que a cura só vem do medicamento?”, pontuou.
Um ponto forte do trabalho realizado por Kerlley é a questão de doenças. “Até onde esta doença é da pessoa, que sintomas são esses, a serviço de que? O que significa você na sua família, você nas relações, você diante da doença? Na conversa terapêutica eu utilizo diversas técnicas para poder alinhar a pessoa dentro deste grande sistema, que é o universo. O objetivo é fazer com que as pessoas saiam do automático, ou seja, do ponto em que seja socialmente imposto pela sociedade, pela família, pelos amigos, e outros”, concluiu.
Grupo gratuito
A partir da próxima semana, a terapeuta irá criar um grupo por meio do aplicativo Whatsapp onde serão repassadas ideias e reflexões sobre o assunto aos interessados. Se você deseja participar do grupo, por favor entre em contato com ela pelo telefone: (34)99807-2760.
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