Secretária fala sobre insatisfação dos médicos do Pronto Socorro Municipal
ter, 28 de julho de 2015 07:37Da Redação
A redução do número de médicos plantonistas que trabalha no atendimento do Pronto Socorro Municipal gerou, como se esperava, insatisfação da classe e de pacientes durante o último final de semana. A reportagem da Gazeta do Triângulo foi acionada por populares que aguardavam pelo atendimento no início da noite deste domingo, 26.
Assim que chegou ao local, a reportagem falou com algumas pessoas que aguardavam atendimento há mais de quatro horas e na recepção onde são feitos os cadastros, havia uma nota de repúdio dos médicos contra a administração municipal pela redução de quatro para três médicos no plantão. Na nota, a classe reclama que o ato atinge e prejudica a qualidade do atendimento sem contar as condições precárias de trabalho que ficam mais evidentes com a redução no número de profissionais.
A nota ficou por pouco tempo afixada na recepção uma vez que foi retirada logo em seguida contra a vontade dos médicos que pedem o retorno de quatro profissionais por plantão. Confira na integra a nota dos médicos abaixo:

Nota de repúdio dos médicos ficou afixada na recepção do Pronto Socorro por pouco tempo até ser retirada por terceiros
A reportagem falou ontem, 27, com a secretária de Saúde Lucélia Aparecida que comentou o manifesto da classe, deixando claro que a redução dos plantonistas é determinação do Ministério Público. “Na verdade, é bom que fique esclarecido que após análise, a Justiça solicitou a redução de quatro para apenas dois médicos no plantão e, neste caso o município está desobedecendo ao Ministério Público uma vez que ao invés de dois, estamos mantendo três médicos” comentou a secretária.
Na ocasião ela ainda fez um desabafo em relação à classe que, segundo ela, é culpada pela redução de doze para seis horas, pois os mesmos não cumpriam os horários dos plantões. “Mesmo com quatro médicos no plantão, muitas vezes apenas um ou dois estavam no local. Sem contar as vezes que apenas um trabalhava enquanto os outros não davam notícia e por isso chegamos nesse ponto” ponderou a secretária.
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Sendo desta forma que a secretaria colocou os médicos não estão contra a redução de horas
Mais contra a mamata de receber sem trabalhar pouco ligando para os que esperam horas na recepção parecendo de seus males de saúde e dependendo de pessoas negligentes que não estão nem aí pra eles mais voltados no exercício de suas profissões apenas para o interesses dos seus bolsos no final do mês