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Residenciais Minha Casa Minha Vida são ocupados de maneira ilegal

ter, 28 de junho de 2016 05:12

Da Redação

Abandono também é constatado; situação atrai a ação de criminosos

Nestes primeiros seis meses do ano, a secretaria de Planejamento, Orçamento e Habitação, recebeu dezenas de denúncias a respeito de venda, locação e abandono de imóveis do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.

Conforme informações do subsecretário de Planejamento, Glauco Ribeiro, o contrato firmado entre mutuário, secretaria municipal e Caixa Econômica Federal, determina que os imóveis sejam usufruídos exclusivamente pelos contemplados no período de 10 anos, prazo do financiamento.

Casas abandonadas atraem à ação de vândalos

Casas abandonadas atraem à ação de vândalos

 

Se isto não ocorrer, a anulação do contrato está fundamentada pelos critérios do programa e amparada por legislação específica. “A iniciativa será feita pela Caixa Econômica Federal, que possui atuação direta na análise da ocupação dos imóveis, que ocorre logo após a entrega do empreendimento”, destacou. As residências retomadas devem ser reincluídas no programa e direcionadas aos beneficiários da lista de espera.

Em 2011, o conjunto habitacional Portal de Fátima foi o primeiro residencial inaugurado pelo programa Minha Casa Minha Vida. Desde então, o local tornou-se endereço de mais de mil pessoas e também alvo de queixas dos próprios moradores em relação às casas desocupadas.

O problema relatado pela comunidade gira em torno da falta de segurança, uma vez que o abandono atrai a ação de vândalos, que acabam destruindo os imóveis e ainda os utilizam como esconderijo.

Sem portas, janelas e telhados, os locais não servem mais como moradia e de acordo com vizinhos, a situação se arrasta há anos. “Estamos amedrontados com tamanha destruição. Uma das casas chegou a ser incendiada”, disse um dos moradores da rua Maria Abadia de Jesus (conhecida como rua Três).

Os transtornos também podem ser constatados nos residenciais recém-inaugurados, como o Bella Suíça e Portal dos Ipês.

Para viabilizar a solução das práticas ilegais, a orientação é de que as denúncias sejam encaminhadas à secretaria (telefone de contato: 3690-3260). “As nossas equipes estarão em visitas aos empreendimentos denunciados para verificar se há alguma irregularidade a fim de que a denúncia seja repassada para a Caixa, que tomará as providências cabíveis junto à Justiça”, explicou o subsecretário.

3 Comentários

  1. Pollyanna Cristina da Silva disse:

    Então eu também sou uma dessas pessoas que ficam sim indignadas com tamanha desordem e falta de controle da parte dos irresponsáveis sobre esse assunto,tanta gente precisando de casa,que infelismente fica aí numa fila de espera,porque infelismente essas casas estão sendo invadidas por vandalos,ocupadas por gente que ja tem casa própria,que na verdade nem precisa disso daí viu,devia ser analisado mesmo!! vereadores da cidade deviam tomar uma providencia mesmo ao invés de ficarem sentados aí na camara so aquecendo poltrona neh,famílias carentes precisam sim dessa moradia,para dar uma vida mais digna para seus filhos,mas isso a gente sabe que ali se não tiver uma peixada não sai,quantas pessoas assim como eu precisam de um imóvel,falta sim controle e cobrança da parte responsável,porque ninguém faz nada!!!!

  2. Ana Paulla Cruz disse:

    Um absurdo, pois nos Ipes tem várias casas vazias, sem ninguem morando, já quem foi sorteado alugou para outra pessoa morar. Uma falta de respeito tamanha com as pessoas que esperam por um oportunidade. Houve uma denuncia realizada a respeito de uma “sorteada” que tem casa no Ouro Verde, e empresa no ramo de alimentação e foi sorteada. Foi repassado a denuncia e não houve nada.

  3. lulu disse:

    Um absurdo e não dá em nada
    Pessoal tá denunciando mais nunca ninguém faz nada

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