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Pugilato político – Prefeito versus “seu” Vice-Prefeito

qui, 5 de março de 2015 00:00

abertura Direito e Justiça
·    Guerra não declarada entre duas emissoras AM da cidade, cada uma delas tendenciando para o seu líder, Prefeito ou Vice. Imparcialidade, ética, moderação e verdade real nem sempre existindo e importando; a versão, sim, é o que mais interessa. Já a terceira AM fica apenas no que mais lhe convém pontual e eventualmente. SE DUVIDAM, CONFIRAM !!!

·    Esdrúxulo e inusitado. Cidadãos e cidadãs gravitam em torno e palpitam no ar ao sabor das controvérsias engendradas e dos factóides criados pelos respectivos radialistas-apresentadores e repórteres de plantão. IMPARCIALIDADE? NEM PENSAR … !!! O PALANQUE 2.016 ESTÁ ARMADO.

·    O Vice-Prefeito saiu ou foi expulso do seu Gabinete no Palácio dos Ferroviários? A sua sala foi (simplesmente) aberta ou foi (arbitrariamente) arrombada? Feriram-se direitos e prerrogativas legais? Quais? Precisava mesmo da intromissão da Câmara de Vereadores? E tem cabimento a xeretice dos costumeiros edis-mosqueteiros, ávidos por todo e qualquer holofote midiático? ENFIM, MONTOU-SE TODO UM PALCO PARA OS BUFÕES.

·    Câmara Municipal não é o lugar (mais) apropriado para os lamentos, os choros e os pedidos de socorro, advindos de toda sorte de mazelas políticas mal explicadas e resolvidas. Lá, há mais (ou deveria haver) o que se fazer em prol da população do que se perder tempo com andanças e entrevistas inúteis. COISA RIDÍCULA !!!

·    Lei Orgânica do Município de Araguari (1986 / regulamentação “endereçada” em fevereiro ou março de 2013)  – LOMA: 1 – Gabinete de Vice-Prefeito; 2 – Localização na sede do Poder Executivo (Palácio dos Ferroviários); 3 – Assessoria especial e um punhado de funcionários anexados (“encostados”); 4 – Funções/atribuições executivas ou quase-executivas. Era mesmo um gatilho de tempo armado, bastando explodir a espoleta, e o resto viria naturalmente e por si. BUUUUUMMMMM… !!!

·    Por aqui, errada e imprudentemente, pretendeu-se transformar um cargo/função de vice em pedaço ou naco de titular. Desconheceu-se que uma expectativa de direito e com exercício eventual e diferido no futuro jamais poderia, pode ou poderá ombrear-se com o mando real e concreto. DEU NO QUE DEU !!!

·    E, agora? É aquietar o bebê chorão; cobrar presença do manda-chuva; exigir postura e compostura de todos os envolvidos nessa vergonhosa lambança (como se pudesse haver outro tipo de lambança…), começar a praticar discrição, decência, lealdade, política (ciência e arte de governar), verdadeiro companheirismo, respeito… TODAVIA, ARAGUARI PARECE MESMO SER UM LUGAR ATÍPICO. (PARA NÃO DIZER MAIS).

Quanto vale seu talento?

Um navio estava atracado há dias, por conta de um grave defeito em suas caldeiras. Vários especialistas tinham sido chamados, mas nenhum deles conseguiu encontrar o problema. Até que o capitão mandou vir, de uma cidade vizinha, um engenheiro muito conceituado pela sua competência.

O engenheiro chegou e, após escutar a descrição feita pelo capitão quanto aos problemas, fez algumas poucas perguntas e dirigiu-se à sala de máquinas. Olhou para o labirinto de tubos retorcidos, escutou o ruído surdo das caldeiras e o silvo do vapor que escapava, durante alguns instantes. Com as mãos apalpou alguns dos tubos. Depois, cantarolando suavemente só para si, procurou em seu avental alguma coisa e tirou de lá um pequeno martelo, com o qual bateu apenas uma vez numa válvula vermelha brilhante.

Imediatamente, o sistema inteiro começou a trabalhar com perfeição e o engenheiro retornou à sua cidade.
Quando o dono do navio recebeu uma conta de $ 1.000, queixou-se de que o engenheiro só havia ficado na sala de máquinas durante dez minutos e tinha dado uma marteladinha numa válvula. Pediu então uma conta discriminada dos serviços e o engenheiro assim o fez:

·    Conserto com o martelo    —    $ 0,50;

·    Saber onde martelar —     $ 999,50.

    “Valorizar nossos talentos é o primeiro passo para assegurar a autoestima e o orgulho de nós mesmos”.

        FONTE: Parábolas Eternas  –  LEGRAND, Solar Editora,  – Belo Horizonte – MG, págs. 52/53.

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