Produtores rurais podem realizar atualização de rebanho via internet
qui, 30 de outubro de 2014 01:16DA REDAÇÃO (com assessoria) – As campanhas que acontecem no mês de novembro de declaração do estoque de bovinos juntamente com a comprovação da vacinação contra febre aftosa até o ano passado eram promovidas pelo IMA – Instituto Mineiro de Agropecuária – o qual realizava todo o procedimento de atualização dos rebanhos.
Em entrevista, o fiscal agropecuário do IMA de Araguari Jorge Hermogenes disse que, na campanha deste ano, a declaração, que há 50 anos é realizada no município de Araguari, deverá ser feita via internet, pelo próprio responsável através do endereço www.sidagro. ima.mg.gov .br.
“Até o ano passado, o pessoal trazia a documentação impressa, nós fazíamos a digitação, e repassávamos o comprovante. Desta vez, todos estes procedimentos podem ser feitos em casa, de maneira simples. Aqueles que precisarem de ajuda, podem se deslocar até o Sindicato dos Produtores Rurais, que assim como o IMA está localizado no Parque de Exposições Rondon Pacheco”, explicou.
Conforme informações, não há casos da doença de febre aftosa no município. “O último registro da doença em Araguari foi no ano de 1993”, revelou Jorge.
Os interessados em obter mais informações podem entrar em contato com o IMA, por meio dos telefones: 3241 4681 e 3241 6240.
De acordo com o coordenador regional do IMA, Luis Carlos de Oliveira, há 353 mil produtores cadastrados no Estado de Minas Gerais.
Segundo Oliveira, aqueles que não vacinarem seu rebanho durante a campanha estão sujeitos à penalidade – pagamento de multa por cabeça, e ficam impedidos de transitar com seus animais. “Para manter o status de área livre de doenças com impacto econômico, é importante que os produtores continuem colaborando conosco”, afirmou o coordenador regional do IMA. A vacina confere imunidade seis meses após as primeiras aplicações.
Animal contaminado pela febre pode ser sacrificado
A febre aftosa é uma doença viral altamente contagiosa. Antes da manifestação das aftas, os animais apresentam falta de apetite, febre e redução da produtividade de leite. Após a aparição das feridas, o animal não consegue se alimentar e caminhar. Outras formas de prevenção envolvem medidas mais drásticas, como o sacrifício e a destruição dos cadáveres dos infectados, recuperados e suscetíveis, que entraram em contato com indivíduos doentes
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