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PRA CIMA DELES – Donizete não acredita em Caldense na retranca e quer Galo ofensivo

sex, 1 de maio de 2015 06:36

Atlético precisa de uma vitória simples contra a Veterana para sair de campo neste domingo campeão do Mineiro 2015

O Atlético não medirá esforços para sair no domingo vencedor do Campeonato Mineiro. Este é o discuso interno no Galo, repetido incessantemente pelo volante Leandro Donizete. O meio-campista garante que nem mesmo as oitavas de final, que tem início na próxima quarta-feira, 6, irão tirar o foco da equipe alvinegra.

“Temos plenas condições de fazer um bom jogo e levar o título. É dar a nossa vida lá, esquecer a Libertadores, pois é o último jogo do Mineiro”, afirmou Donizete.

“É uma final. A gente pensava assim quando era começo de temporada. É voltar campeão para depois pensar na Libertadores”, completou.

Donizete ainda não sabe se será acionado pelo técnico Levir Culpi. Nas últimas duas partidas, o treinador optou por chamar apenas Rafael Carioca como volante de ofício, com Dátolo ao seu lado.

Contudo, mesmo que esteja fora de campo, Donizete projeta um Galo muito ofensivo e não acredita que a Caldense irá se fechar na defesa para segurar o empate que lhe dá o título do Estadual 2015.

“O Atlético vai jogar do mesmo jeito de sempre, ir para cima deles. Nós jogamos lá e eles foram para cima da gente. Espero que isso aconteça mesmo, pois estamos prontos”, disse Donizete.

Para ser campeão do Mineiro, o Atlético necessita de uma vitória simples. A partida de volta da final do Estadual está marcada para ter início às 16h deste domingo, em Varginha.

Leandro Donizete espera estar em campo para ajudar o Atlético a conquistar o título

Leandro Donizete espera estar em campo para ajudar o Atlético a conquistar o título

 

ADEUS

Tinga oficializa aposentadoria e cita ‘felicidade’ por encerrar ciclo

Veterano enalteceu todos os profissionais do Cruzeiro e agradeceu o clube por estar ao lado dele nos ‘momentos difíceis’

Um dia feliz, por mais que esta quinta-feira, dia 30 de abril, marcasse a despedida do volante Tinga dos gramados, o jogador considerou a data como um “momento alegre”. Diante da imprensa, o ex-meio-campista de 37 anos oficializou sua aposentadoria dos gramados.

Em um discurso de aproximadamente 40 minutos, o emocionado ex-jogador agradeceu ao Cruzeiro pela confiança nos três anos em que o volante passou na Toca II além de citar o apoio que recebeu do torcedor celeste no período em que vestiu o uniforme estrelado.

“Primeiro é agradecer a todos os jornalistas, aos torcedores, que fazem o Cruzeiro ser grande. Como falei em outros lugares, agradecer à diretoria, comissão técnica, os envolvidos, fisioterapeutas, massagistas, assessores de imprensa, quem não aparece, o pessoal da grama, da portaria. O futebol não é só o gol. O futebol, as coisas mais importantes acontecem de segunda a sábado, o jogo é só no domingo, não há tempo de fazer muito. É o que você fez durante a semana que vai gerar bons resultados nos jogos. Não aparece muita gente, mas muitos trabalham para que tudo aconteça. Desde o primeiro dia que cheguei, me envolvi com esse clube. Me deram confiança, a cada dia mais, de jogadores, diretoria. E isso me aproxima do clube. Completo três anos de Cruzeiro, mas parece que foram dez anos. Fui presenteado, tive o privilegiado de jogar no Cruzeiro”, disse Tinga em seu discurso de despedida.

Com uma carreira vitoriosa, Tinga se despede do futebol após passagens históricas em grandes clubes do futebol nacional e internacional. Além da Raposa, o volante vestiu os uniformes do Grêmio, Kawasaki Frontale (JAP), Botafogo, Sporting (POR), Internacional e Borussia Dortmund.

“Estava com 34 anos, nessa idade é difícil ir para um clube grande, é difícil acontecer isso. Mas, o Cruzeiro apostou em mim, sabia do que eu era capaz dentro e fora de campo. O clube tinha um projeto que aconteceu e foi melhor do que imaginava. Então, para mim foi um presente essa oportunidade de jogar no Cruzeiro. Tenho convicção e certeza de que se não tivesse jogado aqui, não teria essa segurança e alegria para encerrar a carreira”, disse citando um conhecido jargão do futebol.

“Encerrar um ciclo é assim, jogador morre duas vezez, a morte natural e quando para de jogar. Mas, estou sentindo algo diferente. Estou alegre, pois foi um presente vestir essa camisa”, completou.
Com 65 jogos pelo Cruzeiro, Tinga fez dois gols pelo clube. Pelos serviços prestados à agremiação estrelada, o volante será homenageado em um jogo do Campeonato Brasileiro ainda a ser definido pela diretoria. Tinga receberá das mãos do presidente Gilvan de Pinho Tavares uma placa comemorativa.

Tinga esteve no Cruzeiro por três anos e conquistou o bicampeonato brasileiro

Tinga esteve no Cruzeiro por três anos e conquistou o bicampeonato brasileiro

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