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Policiais responsáveis pelo trânsito alertam motoristas sobre os riscos ao estacionarem irregularmente

qui, 15 de dezembro de 2016 05:31

Da Redação

Conseguir estacionamento nas ruas do centro da cidade em Araguari tem se tornado um desafio para os motoristas. Parte deles acaba deixando seus veículos em vagas destinadas a carga e descarga.

Cenário de vagas ocupadas irregularmente é constante

Cenário de vagas ocupadas irregularmente é constante

Segundo o subtenente Adailton e o cabo Arlindo Patran (Patrulha de Trânsito), atualmente o local com maior índice de multas devido a estacionamento irregular tem sido o antigo imóvel da Vidraçaria Araguarina, situado na rua Jaime Gomes.

“As pessoas acreditam que pelo fato da vaga reservada estar na porta de um estabelecimento, que não atende naquele local, ela automaticamente não é válida. No entanto, isso não significa que os serviços de carga e descarga foram suspensos, pois há outros estabelecimentos comerciais no entorno”, destacou o subtenente Adailton.

Com o objetivo de tentar minimizar o número de infrações e evitar o transtorno vivido pelos caminhoneiros ao deixarem as cargas, foi colocado um cone como forma de sinalização, mas não surtiu efeito. A reportagem passou pelo local no início da tarde desta quarta-feira, 14, e conferiu o problema descrito pela Polícia Militar.

Uma parte da vaga estava ocupada por um carro cujo motorista estava dentro do veículo, o que não impede a ação da Polícia em emitir a multa. “Em torno de cinco carros são guinchados diariamente neste local”, afirmou o cabo Arlindo.

Empresários de pontos comerciais próximos disseram que tem alertado os motoristas quanto a fiscalização, mas a maioria não se conscientiza. “Esta prática, além de causar prejuízos relativos, a infração gera outros transtornos, pois quando o motorista chega para descarregar os materiais e se depara com a sua vaga ocupada ele acaba prejudicando todo o trânsito”, argumentou Adailton.

Outro problema detectado diariamente refere-se ao uso proibido de estacionamentos reservados a embarque e desembarque de passageiros. “Todos os dias registramos ocorrências desta natureza. Os gastos apenas com pátio e guincho giram em torno de trezentos reais. São situações que podem ser evitadas, mas que infelizmente tem sido recorrentes no município”, finalizaram os componentes da Patran.

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