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Polícia Civil fecha o cerco contra o tráfico de drogas em três cidades da região

sáb, 14 de dezembro de 2013 05:05

De acordo com a 4ª Delegacia Regional de Polícia Civil, a
quadrilha era conduzida por reclusos no Presídio de Araguari

Após dois meses de investigação, os policiais chegaram ao encontro de diversos suspeitos que atuavam em Araguari, Uberlândia e Indianópolis. Foto: Gazeta do Triângulo

Após dois meses de investigação, os policiais chegaram ao encontro de diversos suspeitos que atuavam em Araguari, Uberlândia e Indianópolis. Foto: Gazeta do Triângulo

DA REDAÇÃO – Uma ação promovida pela 4ª Delegacia Regional de Polícia Civil (DRPC) fechou o cerco contra o tráfico de drogas na região. Após dois meses de investigação, os policiais chegaram ao encontro de diversos suspeitos que atuavam em Araguari, Uberlândia e Indianópolis.

De acordo com a Polícia Civil, o grupo era regido por dois reclusos no Presídio de Araguari. Dessa maneira, os detentos mantinham o contato com os demais por meio de celulares escondidos no interior das celas. Essa semana, a associação criminosa chegou ao fim por meio da “Operação Sexta-feira 13”.

Com o apoio de mais de 28 policiais, distribuídos em sete viaturas, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão, culminando no encontro de diversos materiais supostamente utilizados para o crime.

Grupo era conduzido por meio de reclusos no Presídio de Araguari. Foto: Gazeta do Triângulo

Grupo era conduzido por meio de reclusos no Presídio de Araguari. Foto: Gazeta do Triângulo

Em Araguari, a ação foi conduzida, sobretudo, entre os bairros Jóquei Clube e Flamboyant. Ao todo, houve a apreensão de 13 celulares, duas balanças de precisão, ácido bórico, éter, nove mil reais em dinheiro e aproximadamente 100 gramas de maconha. Sete pessoas foram presas e dois menores encaminhados à Delegacia da Comarca. Para um dos delegados responsáveis pela operação, Fernando Storti, o intuito é que os suspeitos sejam indiciados em prisão preventiva, configurando os delitos de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

“O prazo para terminar o inquérito é de 30 dias, mas pode ser prorrogado por mais um mês. O objetivo é transformar essa ordem de prisão em flagrante numa medida preventiva, o que dificulta os suspeitos de responderem o processo em liberdade”, explicou o delegado, que ainda rechaçou a cessão das investigações.

“Estamos com os trabalhos a todo vapor e não descartamos outras operações ainda este ano. Iremos nos empenhar para conseguir o mandado de prisão dos dois chefes da quadrilha que estão reclusos no Presídio de Araguari e tentarei outro mandado de prisão para dificultar ainda mais a liberação deles”, completou.

Conforme apurou a reportagem, um dos envolvidos possui cinco passagens pela mesma infração. A priori, a expectativa é que 11 pessoas sejam indiciadas. É importante salientar que a operação segue a premissa do projeto “Mais Segurança” da Polícia Civil, dimensionado em todo o território mineiro.

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