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Polícia Civil deve concluir, nos próximos dias, inquérito sobre homicídio de “Macaquita”

ter, 22 de março de 2016 08:42

Da Redação

Depois que os dois irmãos suspeitos de terem matado Reinaldo Antônio da Silva, o “Macaquita”, prestaram depoimento, a Polícia Civil está perto de concluir as investigações sobre o crime. Atleta do futebol amador local, o pedreiro de 34 anos foi morto a facadas em um bar no Portal de Fátima, no dia 4.

O delegado responsável pelo caso, Felipe Oliveira Monteiro, aguarda o laudo de necropsia para fechar o inquérito, que deve ser liberado nesta semana. Segundo ele, as versões dos dois irmãos, M.A.A. e R.M.S, coincidiram em grande parte, mas não correspondem à versão das testemunhas que estavam no bar no momento do crime.

Da Redação Depois que os dois irmãos suspeitos de terem matado Reinaldo Antônio da Silva, o “Macaquita”, prestaram depoimento, a Polícia Civil está perto de concluir as investigações sobre o crime. Atleta do futebol amador local, o pedreiro de 34 anos foi morto a facadas em um bar no Portal de Fátima, no dia 4. O delegado responsável pelo caso, Felipe Oliveira Monteiro, aguarda o laudo de necropsia para fechar o inquérito, que deve ser liberado nesta semana. Segundo ele, as versões dos dois irmãos, M.A.A. e R.M.S, coincidiram em grande parte, mas não correspondem à versão das testemunhas que estavam no bar no momento do crime. Em depoimento, M. negou ter esfaqueado a vítima e alegou não saber que o irmão estava portando uma faca. Por sua vez, R. alegou ter desferido os golpes em Macaquita porque ele o estaria enforcando. Ele também confirmou que M. não havia esfaqueado a vítima. Conforme apurado pela investigação, Macaquita estava no bar com o amigo, quando chegaram os irmãos M. e R., conhecidos da vítima. Ele teria perguntado sobre a bicicleta que comprou de um dos irmãos, dizendo que era roubada e queria o dinheiro de volta. O suspeito R. negou e então os dois começaram uma discussão. Macaquita teria empurrado R. e ido ao banheiro. Nesse momento, os dois irmãos foram atrás deles. M.  teria segurado a vítima e R. desferido as facadas. Eles saíram do bar e cinco minutos depois, retornaram e M. teria dado mais golpes em Reinaldo. O delegado destacou o trabalho dos investigadores Carlos Roberto Freire e Jean Sugmoto, que garantiram rápida apuração dos fatos. “Concluído o inquérito, caberá ao Poder Judiciário avaliar a necessidade ou não de prisão dos suspeitos, uma vez que os dois não tem antecedentes e se apresentaram espontaneamente,” disse.

Reinaldo Antônio da Silva, o “Macaquita”, era atleta do futebol amador local e pedreiro

 

Em depoimento, M. negou ter esfaqueado a vítima e alegou não saber que o irmão estava portando uma faca. Por sua vez, R. alegou ter desferido os golpes em Macaquita porque ele o estaria enforcando. Ele também confirmou que M. não havia esfaqueado a vítima.

Conforme apurado pela investigação, Macaquita estava no bar com o amigo, quando chegaram os irmãos M. e R., conhecidos da vítima. Ele teria perguntado sobre a bicicleta que comprou de um dos irmãos, dizendo que era roubada e queria o dinheiro de volta. O suspeito R. negou e então os dois começaram uma discussão.

Macaquita teria empurrado R. e ido ao banheiro. Nesse momento, os dois irmãos foram atrás deles. M.  teria segurado a vítima e R. desferido as facadas. Eles saíram do bar e cinco minutos depois, retornaram e M. teria dado mais golpes em Reinaldo.

O delegado destacou o trabalho dos investigadores Carlos Roberto Freire e Jean Sugmoto, que garantiram rápida apuração dos fatos. “Concluído o inquérito, caberá ao Poder Judiciário avaliar a necessidade ou não de prisão dos suspeitos, uma vez que os dois não tem antecedentes e se apresentaram espontaneamente,” disse.

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