Nelson Ned, um gigante
qua, 8 de janeiro de 2014 00:00
Não vou fingir que não senti uma grande indiferença quando assisti a notícia da morte de Nelson Ned pela TV. Sorte que o artigo do jornalista André Barcisnki publicado na Folha me abriu os olhos. No show bizz, onde a imagem costuma importar mais do que qualquer outra coisa, Ned conquistou platéias pelo mundo com suas canções românticas.
Sua carreira é impressionante. Foi o primeiro latino-americano a vender um milhão de discos nos Estados Unidos, onde se apresentou junto com o espanhol Julio Iglesias e o americano Tony Bennett. Ao longo de sua carreira, foram 45 milhões. Lotou o mítico espaço de shows nova iorquino Carnegie Hall, por quatro vezes. Apresentou-se no famoso Madison Square Garden. Seus shows na Colômbia, Venezuela, México, aconteciam em estádios.
E não para por aí. Um de seus fãs era ninguém menos que o escritor colombiano Gabriel Garcia Márquez. Em visita ao Brasil, em 1981,Chico Buarque lhe perguntou: “Se sua literatura fosse música, que tipo de música seria?”. “Um bolero cantado por Nelson Ned”, respondeu.
Nelson Ned sempre teve mais prestígio lá fora do que em seu próprio país. Ele reclamava do preconceito contra o tamanho e contra o estilo de música no Brasil. Reginaldo Rossi, romântico que também faleceu recentemente, não gostava de ser chamado de “brega”.
Chaves, Chaves, Chaves

Sempre que o SBT não sabe que atração colocar em horário ocioso, tome Chaves. E quando deixa de ser exibido, é aquele montão de reclamações. O seriado tem uma legião de fãs no Brasil e em outros países da America Latina. Seu Madruga é um ídolo cult, Mestre Yoda que se cuide. Divagações à parte, os moradores da vila do Sr. Barriga retornaram a programação da emissora desde ontem, às 18h, com a promessa de episódios inéditos.
Azul é a cor mais quente

Uma garota que descobre o amor ao conhecer uma jovem mulher de cabelos azuis. A história em quadrinhos adulta Le bleu est une couleur chaude (Azul é uma cor quente) escrita e desenhada pela francesa Julie Maroh, serviu de inspiração para o vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes deste ano, La vie d’Adele (Azul é a cor mais quente) dirigido pelo franco-tunisiano Abdellatif Kechiche. A HQ chega ao Brasil pela Martins Fontes. Foi lançada na França em 2010 e ganhou versões em inglês, espanhol, alemão, italiano e holandês.
Não existe diferença entre pedofilia e comer carne, afirma Morrissey
O ex-líder dos Smiths foi categórico. “Ambos são estupro, violência e assassinatos. Se eu conheço alguém que come animais, eu me distancio”, declarou ele em entrevista a um site mantido por fãs. “Imagine, por exemplo, se você está numa boate, e alguém diz: ‘Oi, eu adoro derramamento de sangue, degolamento e a destruição da vida’. Bem, eu duvido que você troque telefone com essa pessoa”, comparou. Cadê o Ministro Guido Mantega para acalmar esse nervosinho?
Nenhum comentário
Últimas Notícias
- Festival faz sucesso em 13 municípios ter, 23 de junho de 2026
- Azeite da Mantiqueira chega à final do Prêmio CNA Brasil Artesanal ter, 23 de junho de 2026
- América vence e é o único com 100% de aproveitamento ter, 23 de junho de 2026
- Exército encerra estágio de meio ambiente com foco em sustentabilidade e gestão ambiental ter, 23 de junho de 2026
- Programa Minha Casa, Minha Vida abre cadastramento em Araguari a partir de hoje ter, 23 de junho de 2026
- Araguari Vôlei EVA estreia no Campeonato Mineiro Regional AR1/FMV 2026 ter, 23 de junho de 2026
- Prefeitura aplica 500 doses no Dia D de Vacinação realizado neste sábado em Uberlândia ter, 23 de junho de 2026
- Homicídio tentado no Novo Horizonte com homem esfaqueado e agressor atropelado ter, 23 de junho de 2026
- Kubanacan goleia Neo Sport e conquista o bicampeonato ter, 23 de junho de 2026
- Arena Bosque 26 recebeu mais de 100 atletas para a disputa da 2ª etapa ter, 23 de junho de 2026
> > Veja mais notícias...
