Júri Popular condena principal autor de assassinato
qua, 8 de abril de 2015 06:13Da Redação
No dia 19 de maio de 2012, Araguari foi palco de um crime brutal que resultou na morte de Jean Michel Ferreira Guimarães, na época, com apenas 25 anos de idade.

Jean Michel Ferreira Guimarães teve os dedos decepados e levou golpes de facão até a morte em 2012
Após ser torturado em uma casa abandonada, na rua Calimério Borges, o jovem teve alguns dedos decepados, sendo morto a golpes de facão e arrastado até as margens de uma linha férrea, em local de difícil acesso na região do bairro Novo Horizonte.
Para o TJMG, considerando a dinâmica dos fatos destacada pelas testemunhas, relatório de necropsia e laudos periciais, ficaram demonstrados nos autos os indícios suficientes de autoria capazes de pronunciar Juliano Rodrigues Gama conhecido como ‘Cabeça’ para julgamento diante do Júri Popular, ocorrido nesta segunda-feira, 6, das 9h às 19h, no Fórum Dr. Osvaldo Pieruccetti.
Conforme votação de jurados, o réu, ausente durante o seu julgamento, representado pela Defensoria Pública, foi condenado a pena de 13 anos e seis meses de reclusão em regime fechado. O júri foi composto por sete pessoas. Algumas foram dispensadas, outras, que não compareceram e não emitiram justificativas, serão multadas no valor de um salário mínimo.
Entenda o caso
Em dezembro de 2012, o Juízo Criminal decidiu pelo júri popular de Juliano, mas ele recorreu ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais e aguardava em liberdade.
Na época, a polícia informou que a residência onde ocorreu o crime era conhecida como ponto de uso e tráfico de drogas e chegou a cogitar o envolvimento de outras pessoas no assassinato, até pelas marcas de briga e o fato de o corpo ter sido retirado do imóvel.
Naquela oportunidade, Juliano era apontado como principal suspeito, pois foi ele quem informou sobre o homicídio para uma tia da vítima, conforme levantamento da polícia, inclusive apontando o local onde o cadáver se encontrava. Juliano teria dito a um conhecido que iria viajar, saindo rapidamente em um VW/Parati, cor branca. Dias depois, Juliano acabou preso.
Ao ser interrogado no Fórum, o investigado negou ter cometido o delito, relatando que no dia dos fatos apenas localizou o corpo e informou os parentes e a polícia sobre a morte da vítima.
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Ate q em fim justica foi feita mas o asassino continua de boa la no rancho de seu pai no lago
Azul ai fica a dica pras autoridade