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Imensidão de lixo é paisagem recorrente na saída do Capim Branco

ter, 10 de março de 2015 00:28
População transforma saída para o Capim Branco em verdadeiro lixão. Foto: Gazeta do Triângulo

População transforma saída para o Capim Branco em verdadeiro lixão. Foto: Gazeta do Triângulo

DA REDAÇÃO – A saída para o Capim Branco é, sem dúvida, um dos piores “lixões” da cidade, fruto do péssimo hábito da população de descartar lixo em local impróprio. Uma rápida visita no endereço revela uma visão caótica. Há ali restos de material de construção, lixos orgânicos, restos de móveis em pilhas gigantes, mau cheiro e urubus.

Se por um lado ações são cobradas do poder público para resolver de forma definitiva o problema, por outro, não há cooperação da própria sociedade. A reportagem da Gazeta do Triângulo flagrou, ontem à tarde no local, três homens jogando restos de lixo que estavam na carroceria de uma caminhonete.

Segundo o secretário de Serviços Urbanos, Humberto Merola Junior, esse tipo de situação se tornou corriqueira. “Semana passada fizemos a limpeza daquele local, mas não adianta. São poucas as máquinas para a quantidade de sujeira que as pessoas descartam em terrenos baldios, ruas sem asfalto. É difícil conservar o serviço”, expôs.

As chamadas Unidades de Recebimento de Pequenos Volumes (URPVs) são a principal aposta da prefeitura para extinguir de vez essa péssima prática.  Serão ao todo seis pontos espalhados de forma estratégica em regiões diferentes da cidade. Um deles, por exemplo, funcionará bem próximo da saída do Capim Branco.

Em uma entrevista recente, o secretário afirmou que as URPVs estão em construção e que ainda seria necessário realizar uma licitação para definir a empresa responsável pela coordenação destas unidades. “Estamos estudando a hipótese de a própria prefeitura assumir o serviço. Acreditamos que o início das atividades será mais fácil e que poderemos economizar. Vamos discutir isso em uma reunião na próxima semana,” revela.

Enquanto as URPVs não entram em funcionamento, a população deve procurar os locais adequados para o descarte de lixo: Aterro Sanitário e Central de Entulho, ambos próximos do Cemitério Park. “Se a população não colaborar, e não tiver consciência, o problema não vai ter fim”, concluiu o secretário.

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