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Família continua em busca de apoio para conseguir energia elétrica

qua, 4 de março de 2015 00:37
Cemig garante instalação da rede ainda neste mês

DA REDAÇÃO – No mês de janeiro, a reportagem acompanhou o caso de uma criança de cinco anos de idade, que sofreu queimaduras pelo corpo, após esbarrar em uma lamparina.

O incidente ocorreu no mês de setembro, quase dois anos após a família ocupar a residência e não conseguir a instalação da rede elétrica. A mãe da vítima, Josefa Pereira dos Santos disse que solicitou a prefeitura e também a Cemig para conseguir a energia na residência localizada no bairro Palmeiras do Império.

“Somos de família humilde. Morávamos na roça e decidimos construir nossa casa na cidade. Para levantar as paredes foi feito um mutirão, inclusive ganhei muitos materiais para construção. Nossa expectativa é de usufruir a energia e até agora nada”, revelou.

O vereador Wesley Lucas de Mendonça (PPS) acompanha o caso desde o início e tem promovido tratativas com a autarquia municipal e a Cemig, no intuito de viabilizar o mais rápido possível a instalação da energia.

“Primeiramente seria necessário o pagamento do poste, feito pela prefeitura à Companhia. De acordo com o secretário de Obras, Odon Naves, o pagamento foi feito ainda no mês de novembro”, destacou.

A obra de responsabilidade da Cemig está agendada para o final deste mês. Mas, segundo Marcos Paulo Resende, agente de relacionamento com o poder público, a empresa conveniada com a prefeitura, pretende dar agilidade ao serviço e oferecer o benefício em no máximo 15 dias.

“Se o trabalho não for realizado durante o mês de março entraremos com uma ação judicial, levando em conta a situação vivida pela família, em que uma criança precisa de cuidados especiais e a falta da energia tem se tornado um transtorno ainda maior”, finalizou.

Saúde da criança

No dia em que o incidente ocorreu no mês de setembro de 2014, a criança foi encaminhada em estado grave para o Hospital de Clínicas  da Universidade Federal de Uberlândia (HCU-UFU). Na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo), o menino permaneceu por quase dois meses. No total, a internação durou quatro meses. Além dos procedimentos nas queimaduras de segundo e terceiro graus, os médicos precisaram combater uma infecção hospitalar, pneumonia e anemia. Atualmente, a criança continua se deslocando a uma unidade de saúde na cidade vizinha, mas seu quadro de saúde é considerado estável. “Graças a Deus, meu filho teve uma melhora significativa”, disse a mãe, manifestando confiança.

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