Enquete – Transtornos causados pela greve no transporte coletivo são ressaltados pela comunidade
sex, 24 de fevereiro de 2017 05:35por Mel Soares
O movimento do Mercado Municipal diminuiu consideravelmente após o início da greve do transporte coletivo nesta quarta-feira,22. A situação afeta não só o comércio, mas também os araguarinos que precisam da condução diariamente. A reportagem esteve no Mercado e ficou ciente dos principais prejuízos à população.

“O prefeito disse que iria colocar nova empresa para evitar a greve, mas até agora nada. Tem até vereador dizendo que não está nem aí para esta situação. Para onde será que está indo o dinheiro público?”
Anderson Morais Ribeiro, aposentado.

“Não tem remédio, não tem ônibus. É uma verdadeira falta de vergonha dos políticos, que infelizmente não tem projetos para realmente beneficiar a comunidade.”
Daniel da Silva, aposentado.

“Moro no Portal dos Ipês e preciso do coletivo para trabalhar. Com a greve venho de mototaxi o que acaba afetando no orçamento porque eles cobram em torno de oito reais a corrida. Precisa haver fiscalização destes transportes para evitar abusos”.
Fabíola Cristina da Silva, secretária.

“Eu não uso o transporte coletivo, mas me coloco no lugar daqueles que precisam. Já presenciei uma colega de trabalho deixando de almoçar porque precisava voltar para casa de mototaxi devido à greve. Sabemos que não é do dia para a noite que se resolve os transtornos, mas a administração deveria ter colocado vans para rodar enquanto não se resolve o problema”.
Luciana Alves Silva, vendedora.

“Essas paralisações recorrentes prejudicam muito o comércio do Mercado Municipal e de todo o centro da cidade. Além disso, o transporte é fundamental e afeta não só Araguari, mas também os distritos, como Amanhece e Piracaíba.”
Luiz Ronan Narciso, síndico do Mercado Municipal.

“Quando me mudei para o Vieno fiquei sabendo que no bairro não passava coletivo aos domingos e feriados. É uma situação humilhante como se a região não merecesse este serviço”.
Marilene Cardoso Joaquim, vendedora.

“Moro no bairro Fátima e sem o coletivo preciso me virar para cumprir meus compromissos. Acabo vindo a pé, pois não tenho outra opção”.
Marizete Pereira, aposentada.

“É uma falta de respeito com os araguarinos que utilizam o transporte, pois, nem mesmo avisam que vão paralisar. Os compromissos da população não param com esta greve, o que acaba gerando transtorno para a comunidade.”
Ruan Carlos Almeida, autônomo.

“A nova empresa era um caos, os ônibus atrasavam muito e a gente sofria com a falta de educação de alguns funcionários. Prefiro esperar um pouco para ter serviço de qualidade do que permanecer o atendimento ruim.”
Tercília Maria Dias, aposentada.
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Não adianta enquanto não houver compromisso por parte da administração de querer ter um transporte coletivo de qualidade com fiscalização organização e pagar o subsidio que a prefeitura tem que pagar todo mes pode colocar a melhor empresa de onibus em Araguari que não funciona porque não sobrevive sem dinheiro elas desanimam e sai daqui criticando
Não tem ponto de onibus definido, não tem cobertura para os usuários não cumprem horário de chegada, falta um terminal central que poderia interligar o centro com os bairros e a empresa confia em receber o subsideo da prefeitura que começa bem depois atrasa ai a população desacredita e busca moto-taxi e outros meios. Tava na hora de resolver ou então coloca vans que leva as pessoas aos bairros e centro
Ja que vem uma empresa do transporte para Araguari, mesmo com os onibuns usados, ja que tem a mudança de empresa, esperamos que sua diretoria nao seja a mesma, que mude totalmente, pois se continuar com a mesma, ja pode esperar o pior, Esperamos que a nova empresa tenha a diretoria dela mesma, assim a coisa anda. é como o velho ditado os olhos do patrao é que engorda os porcos.