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Emater-MG leva informações da Femec para produtores da região

qui, 12 de fevereiro de 2015 01:25

Abertura Sindicato Rural de Uberlândia

Um circuito de palestras da Emater-MG será realizado em municípios da regional Uberlândia para informar produtores rurais sobre as oportunidades de negócios que serão apresentadas na 4ª Femec, de 24 a 27 de março, no Parque de Exposições Camaru. A primeira localidade a receber o programa foi o município de Capinópolis. As apresentações acontecerão em 16 cidades da região até o dia 13 de março. Em Uberlândia, Monte Carmelo e Indianópolis o evento terá formato de Dia de Campo com apresentações práticas em propriedades rurais.
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Expedição Safra Gazeta do Povo

Na última terça-feira (10), o Sindicato Rural de Uberlândia recebeu a equipe da Expedição Safra Gazeta do Povo, do Grupo Paranaense de Comunicação. Na ocasião, o vice-presidente do sindicato, Júlio César Pereira, conversou com a equipe da expedição fornecendo um panorama geral das lavouras da região.
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Irrigação consciente e proteção

Responsáveis por 55,98% da demanda de água em Minas Gerais, os sistemas de irrigação representam mais que o dobro do consumo humano (21,82%) e operam a um ritmo quatro vezes superior ao das necessidades da indústria (13,34%), segundo informações da Semad (Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável). Para orientar o produtor rural, diante dos prejuízos que a agricultura irrigada está sofrendo, a Emater (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural) recomenda equipamentos 50% mais econômicos.

A irrigação localizada é considerada a mais adequada, de acordo com a instituição. “Ela é indicada nas áreas de produção de hortaliças, frutas e café”, explica João Carlos Guimarães, coordenador técnico estadual de Irrigação e Recursos Hídricos da Emater-MG. O produtor pode optar tanto pelo gotejamento quanto pela microaspersão.

Segundo o analista de agronegócio da Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), Caio Coimbra, há também o desperdício. “É preciso ser consciente. Cada produtor tem o seu limite de uso da água, mas o agronegócio ainda não está preparado para um racionamento”, diz.

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