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Direito e Justiça

qui, 9 de julho de 2015 08:58

CURTAS E GROSSAS

 

         Suplentes e lixo são a mesma coisa…, para os eleitos…!!!

  • Se o PMDB não se importa comigo — nem mesmo para as suas reuniões administrativas, abertas, fechadas ou festivas —  eu também  não me importarei mais com o PMDB. Não me prestarei a ser parte da sua massa de manobra. Bastaram as experiências político-partidárias anteriores que vivenciei. PÉSSIMAS…!!!
  • Não tenho cacife (econômico-financeiro, frise-se), para candidatar-me a Prefeito e não quero recandidatar-me a Vereador por uma quarta vez e arriscar-me a ouvir desaforos, chacotas e propostas indecorosas… Pois, há eleitores de todo tipo. Não preciso sujeitar-me a isso. Jamais comprei, não compro e não comprarei votos. E, sem comprar votos, —  em espécie ou in natura  —   só se bate na trave. E, chutar na trave não é gol. É NADA…!!!
  • Em 2004, obtive 905 votos (PL); em 2008, 1091 (PTC); em 2012, 972 votos (PMDB). Dependendo da legenda, eu teria estado na Câmara Municipal, pois fui mais votado do que alguns dos que passaram ou estão lá. Mas, em sendo possível, escolho pessoas (companheiros e companheiras) e não apenas legendas. Muitas siglas partidárias (que mais parecem bulas de remédios) são agremiações políticas apenas de aluguel ou de fachada. Mas, as regras das eleições proporcionais favorecem o conjunto (coligação ou partido) e nada tenho a reclamar. Ao menos, me resta um consolo: para quem nunca comprou um voto sequer e que sempre usou recursos próprios (de R$10.000,00 a R$15.000,00) as minhas votações foram expressivas. OU NÃO FORAM…???
  • Segundo suplente em 2004 (PL – um Vereador eleito); terceiro suplente em 2008 (PTC – quatro Vereadores eleitos); terceiro suplente em 2012  (PMDB – quatro Vereadores eleitos e posteriormente dois “desfalques”, para não dizer mais…). Para que me valeram tantos votos? E ser suplente? Para nada! Nunca me deram qualquer chance. Os eleitos até mesmo se afastaram. Parecem ter medo de mim. Por que será? Eu não mordo. Mas, deveria… Nem por um dia ocupei uma cadeira na Câmara Municipal. OS COMPANHEIROS E COMPANHEIRAS SUPLENTES E LIXO SÃO A MESMA COISA… PARA OS ELEITOS… (PARA NÃO DIZER MAIS…).

                   O Espiritismo (1)

                   (Segundo o codificador Allan Kardec)

  • A crença na sobrevivência do espírito depois da morte do corpo é muito antiga. Há 2400 anos, Sócrates e Platão falavam dos cuidados que devemos ter com nossa alma, que é imortal.
  • Comunicações entre vivos e mortos também sempre existiram, em todas as partes, em todos os povos e religiões.
  • Na mesma época de Sócrates e Platão, se consultavam as pitonisas e os oráculos, que faziam a ponte na comunicação entre o mundo dos encarnados e o dos espíritos. O que os gregos chamavam de oráculos é o que o Espiritismo chama de médiuns.
  • Portanto, alguns aspectos-chave do Espiritismo, como a crença na vida do espírito independentemente do corpo físico, e a comunicação entre os vivos e os ditos mortos, tudo isso não é criação do Espiritismo. É muito anterior ao seu aparecimento. O mesmo pode ser dito da encarnação. Já era conhecida e fazia parte da cultura de vários povos havia milênios.
  • O Espiritismo foi codificado há pouco tempo, cerca de 150 anos. Quem pesquisou, coletou as informações e organizou o conhecimento sobre o mundo dos espíritos e sua relação sobre os encarnados foi um intelectual e pesquisador francês chamado Hyppolite Léon Denizard Rivail. Rivail acabou adotando um pseudônimo pelo qual até hoje é conhecido: Allan Kardec.

 

 

  • Para definir e compreender de modo sucinto em que se baseia o Espiritismo é possível listar alguns dos seus princípios mais relevantes:

 

 

  1. 1.                 Deus

A inteligência suprema; causa primária de todas as coisas.

 

  1. 2.                 O espírito

 

O princípio inteligente do Universo, que encarna e desencarna,      aprendendo e aperfeiçoando-se, fazendo-o tantas vezes quantas sejam necessárias, e como prova máxima da misericórdia de Deus. Única forma plausível capaz de justificar as diferenças (gritantes e aparentemente injustas) existentes entre os seres humanos.

 

 

  1. 3.                 A prática da caridade

 

 Como modo de viver em harmonia, crescer e evoluir.

 

 

  1. 4.                 A reforma íntima

 

Como meio para uma constante melhoria do caráter.

 

 

  1. 5.                 O livre-arbítrio

Total autonomia, mas também seguido pela total responsabilidade.

 

6.         Jesus Cristo

  • É o exemplo completo de Espírito muito evoluído.

 

  • Nosso guia e modelo maior, aquele que nos legou o mandamento do amor incondicional ao nosso próximo.

 

  • Ele recomendou-nos enfaticamente a prática irrestrita da caridade e do perdão.

 

  • Jesus deixou esclarecido que é preciso “nascer de novo”, para alcançarmos a bem-aventurança; prometeu estar sempre entre nós e também que nos enviaria um Consolador.

 

            O Pentateuco codificado por Allan Kardec

 

  • O Livro dos Espíritos          —                                              1857;
  • O Livro dos Médiuns            —                                            1861:
  • O Evangelho Segundo o Espiritismo                 —                           1864;
  • O Céu e o Inferno                                               —              1865;
  • A Gênese                                           —                               1.868;

 

            E ainda

 

  • Obras Póstumas                                        —                         1890.

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