Delegados investigados na “Operação Fênix” são encaminhados para a Casa de Custódia da Polícia Civil
sex, 22 de dezembro de 2017 05:54Da Redação | Com Assessoria
Três delegados-chefes e uma delegada regional foram dispensados de suas funções
Os delegados investigados na “Operação Fênix”, deflagrada nessa quarta-feira, 20, pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) foram dispensados de suas funções. Além disso, mais de 50 policiais civis acusados de envolvimento em crimes foram encaminhados para a Casa de Custódia da Polícia Civil em Belo Horizonte.

Investigados foram encaminhados de Uberlândia para a Casa de Custódia da Polícia Civil em BH
A Polícia Civil de Minas Gerais publicou, no Diário Oficial do Estado, ainda na quarta-feira, os nomes dos delegados interinos que assumiram as funções nas delegacias em que os delegados-chefes ou regionais foram alvos de investigação. Em Uberlândia, com a dispensa do delegado-chefe do 9º Departamento de Polícia Civil, Hamilton Tadeu de Lima, o delegado Edson Rogério de Morais passa a responder interinamente pelo departamento.
Em Araguari, cinco servidores tiveram prisão preventiva decretada e, com a dispensa da delegada regional Mary Simone Reis, o delegado interino Luciano Alves dos Santos assumiu a 4ª Delegacia Regional. A reportagem do Gazeta do Triângulo entrou em contato com a delegacia, porém, no momento, não será feito nenhum pronunciamento oficial em relação à “Operação Fênix”.
O delegado-geral do 10º Departamento de Polícia Civil de Patos de Minas, Elber Barra Cordeiro foi dispensado de suas funções e o delegado Cezar Felipe Colombari da Silva foi nomeado novo chefe de departamento. O delegado André Vinicius Corazza, da Delegacia de Polícia Civil de Pouso Alegre, também foi dispensado e o delegado Artur Augusto Ribeiro da Silva passou a ocupar o cargo interinamente.
A “Operação Fênix” foi deflagrada pelo Ministério Público de Minas Gerais, através do Gaeco e ocorreu nas cidades de Uberlândia, Uberaba, Araguari, Patos de Minas, Patrocínio, Monte Alegre de Minas, Passos, Pouso Alegre, Araxá e Belo Horizonte, além dos municípios de Cascavel (PR) e Cuiabá (MT). Durante a ação, foram cumpridos 200 mandados de prisão preventiva expedidos contra 136 pessoas, 121 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de condução coercitiva.
Em uma coletiva de imprensa, um dos promotores de Justiça da Gaeco em Uberlândia, Adriano Arantes Bozola, afirmou que as buscas nas delegacias de restringiram aos espaços onde existia indícios de que poderia haver crimes. “Nós temos elementos de prova de que policiais civis envolvidos e denunciados nessa operação forjavam documentos, que eram feitos não dentro da Delegacia Regional de Polícia como um todo, mas, notadamente dentro de uma das AISP (Área Integrada de Segurança Pública) e da Inspetoria de Polícia, então, o mandado se restringiu a esses dois lugares […], até porque nesses locais há, inclusive, confissão de guarda de materiais que não foram regularmente apreendidos e de produção de documentos ideologicamente falsos”.
Segundo o Ministério Público, a “Operação Fênix” compreende outras três operações distintas, que são a Alibabá (deflagrada pela Polícia Civil de Minas Gerais em 2015 em que há denúncias da prática dos crimes de associação para o tráfico de drogas, tráfico ilícito de entorpecentes, associação criminosa, obstrução de Justiça, receptação, adulteração de sinal identificador de veículo automotor, fraude processual, corrupção passiva, corrupção ativa); Ouroboros (oferecimento de sete denúncias em que são imputadas as infrações penais de roubo agravado, organização criminosa, associação para o tráfico de drogas, tráfico ilícito de entorpecentes, falsidade ideológica e porte e comércio ilegais de armas de fogo) e Efésios (acordos de colaboração premiada que contemplam 19 denúncias em que são imputados os delitos de organização criminosa, associação criminosa, corrupção ativa, corrupção passiva, tráfico ilícito de entorpecentes, porte e posse ilegal de arma de fogo, falsidade ideológica, estelionato, receptação qualificada, falso testemunho e prevaricação).
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A famosa mary simone na cadeia quem vai levar o panetone para a ilustre dama ?kkkk esses acontecimentos mostra para todis que cimi escreveu Salomão “não ha nada encoberto debaixo do sol”muitos comerciantes e ate políticos e ex políticos da nissa cidade serão presos nas proximas semanas a cobra vai fumar ASS ;BRUCUTU SINCERO
(…)
Em Araguari, cinco servidores tiveram prisão preventiva decretada e, com a dispensa da delegada regional Mary Simone Reis, o delegado interino Luciano Alves dos Santos assumiu a 4ª Delegacia Regional.
A reportagem do Gazeta do Triângulo entrou em contato com a delegacia, porém, no momento, não será feito nenhum pronunciamento oficial em relação à “Operação Fênix”.
(…)
– CIENTE !!!
Atenciosamente,
Janis Peters Grants.