Contratação formal tem leve melhora em Araguari
ter, 3 de março de 2015 00:22DA REDAÇÃO – Depois de um semestre fraco para geração de empregos com carteira assinada em Araguari, o ano começou com uma leve melhora, fechando o mês de janeiro no azul. É o que apontam os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado no dia 27 de fevereiro. No total, foram 860 admissões contra 848 desligamentos, totalizando um saldo positivo de 12 vagas.
A situação da maioria dos municípios mineiros também não está nada boa. Mesmo com um desempenho significativamente pequeno, Araguari apareceu em 30º lugar no ranking de evolução de emprego dos 110 municípios do estado com mais de 30 mil habitantes. Destes, a partir da cidade de Novo Cruzeiro, que ocupa a 35ª posição, todos que estão abaixo fecharam o mês no vermelho para contratações formais.
Nos principais setores econômicos, a Indústria aparece com 146 vagas criadas e 160 cortadas, perda de 14 postos de trabalho. Quem lidera a pior geração de emprego é o Comércio, que aparece com 220 postos de trabalho criados contra 271 desligamentos, total de 51 demissões. Agropecuária aparece com um acréscimo de apenas 7 vagas (108 contratações e 101 demissões).
Apesar de ter liderado as demissões em 2014, com uma retração de 370 vagas, o setor de Construção Civil foi o que obteve o melhor desempenho, pelo menos nesse início de ano. Fechou o mês com um acréscimo de 39 contratações (130 novos postos e 91 desligamentos).
Araguari teve o pior desempenho do ano de 2014 em dezembro, com o fechamento de 414 vagas e permaneceu três meses consecutivos no vermelho – agosto, setembro e outubro.
QUEDA DE EMPREGOS NO BRASIL
O mercado de trabalho formal não resistiu ao avanço da inflação e baixa no consumo. Em janeiro, 14.533 empregos com a carteira assinada foram eliminados em Minas Gerais. No país, a retração chegou a impressionantes 81.774 vagas. Estes foram os piores resultados na geração de trabalho formal para o mês nos últimos seis anos, época em que o mundo ainda se recuperava dos efeitos da crise financeira.
O começo de 2015 também foi desfavorável para o interior. Na média do país, foi observada uma perda de 8.215 postos de trabalho fora das regiões metropolitanas, com recuo de 0,06%. Os cortes em Minas alcançaram 7.544 empregos, e no Rio de Janeiro, que também se destacou na comparação, 6.800 vagas foram eliminadas.
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Prezado Redator,
Não bastassem as dinâmicas de mercado, crises e demais fatores, testemunho também um fato bastante preocupante.
Empresas de médio e grande porte preferem terceirizar as atividades de avaliação e recrutamento de profissionais, e isso se transformou em um grande e rentável nicho de mercado.
Temos publicização de oferta de trabalho em mídias diversas sucessivas vezes, e por longos períodos, ensejando a ideia de que não se conseguem trabalhadores cujos currículos preencham as exigências.
A velha ladainha “empreendedora”, de que não se encontram profissionais capacitados X salários cada vez mais ridículos.
– Ledo engano!
Tratam-se de FALSAS PUBLICAÇÕES DE OPORTUNIDADES, apenas como um marketing traiçoeiro, concorrência desleal, mostrando-se atuante neste competitivo segmento de mercado.
Após remeter à empresa ( de RH ) Curriculum Vitae em conformidade com as exigências, ou procedendo ao Cadastro ON-LINE e similares, e sequer obter resposta, dias depois verifica-se que a mesma empresa ( de RH ) passou a publicizar CURSOS TÉCNICOS justamente para aquela função…
– Mandrakes, não ?!
Em 2009, acompanhei diariamente este tipo de ocorrência em Uberlândia e região. Agora, em 2014/2015, vejo o mesmo em Catalão.
Dia destes, ofertaram oportunidade para Economista, com mestrado, e obrigatoriamente inglês fluente. Desafiei um profissional conhecido e ultra capacitado – inquestionável, que nasceu xingando o obstetra em inglês e cujo CV pesa 1,5kg, a “participar” das entrevistas…
Continuamos aguardando pelo convite.
Preferencialmente, em inglês.
Ou, ao menos um agradecimento pelo interesse em participar dos quadros da tal Empresa. Se possível, também em inglês.
E sequer cogitamos receber salários em dólares.
Atenciosamente,
Janis Peters Grants.