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Coluna: Radar (16/02)

sex, 16 de fevereiro de 2024 08:09

FOI DADA A LARGADA

Passado o carnaval, eis que surgem os primeiros sinais de movimentações políticas visando as eleições municipais em outubro próximo. Sem falar no pleito pelas 17 cadeiras da Câmara Municipal de Araguari, que por sinal já está a todo vapor, com as visitações, nos quatro cantos da cidade, dos pré-candidatos que disputam, palmo a palmo, os apoios e votos.

 

REQUENTADO

Assim como em alguns momentos em 2023, 2024 iniciou com uma possível pré-candidatura a prefeito de Marcos Alvim, alimentada, inclusive, por alguns partidos que fazem oposição ao governo Renato Carvalho. Para própria coluna, ainda no ano passado, Alvim descartou essa hipótese, a não ser que o mesmo tenha o apoio de José Júlio Lafayette.

 

COMPENSA?

Alguns partidos, como sempre, adotam um compromisso com seus candidatos à Câmara Municipal, de não aceitar a filiação de vereadores da atual gestão, por entenderem que é desigual a disputa entre quem está de fora e quem está lá dentro. No entanto, alguns partidos já pagaram caro por isso, não conseguindo eleger ninguém, mesmo com votações expressivas, por não atingirem o número necessário para “fazer uma cadeira”. Basta ver exemplos do passado, como Denise Carpaneda, e do último pleito, como Maria Belém, onde ambas foram campeãs de votos, mas ficaram de fora.

 

MANO A MANO?

O cenário da disputa pela prefeitura de Araguari, que antes do final do ano passado poderia ser entre até quatro candidatos, pode ser resumido em apenas dois. Isso com base na atual análise, conforme vem sendo apurado pela opinião pública.

 

NA PONTA DO LÁPIS

Ainda sem saber qual será seu partido, Marcos Coelho, que é considerado um dos maiores analistas do cenário da política local, ainda está indeciso sobre sua candidatura, na opinião da coluna, após longa conversa com ex-prefeito. As chances para sua possível candidatura são de 50%… tudo dependerá dos números.

 

VEJAM SÓ

Em Araguari, o corpo de jurados absolveu um réu acusado de assassinato porque o mesmo tinha filhos para criar. O júri reconheceu que o réu era culpado, mas votou pela absolvição, pois, uma lei de 2008 criou a absolvição por clemência, sem fundamentação e por qualquer motivo. Esta situação pode permitir abusos e o STF discute os limites.

 

CENAS DOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS…

Tudo indica que o Ministério Público deve recorrer da decisão do STF, na pessoa do Ministro Alexandre de Moraes, que limita, em Araguari, a concessão de apenas seis funerárias na cidade. O MP entende que, assim como outras prestações de serviços, “quanto mais, melhor para cidadão”.

 

CHEIRANDO MAL?

Situação idêntica, a qual o MP também é contra, ocorre em Uberlândia, que com 699 mil habitantes possui apenas três funerárias.

1 Comentário

  1. ELIANE disse:

    ARAGUARI NÃO ESTÁ PRECISANDO DE MAIS FUNERÁRIAS.
    ELE TEM FILHOS PARA CRIAR E A VITIMA SERÁ QUE TEM. NÃO SEI QUEM ELE EXTERMINOU, NÃO SEI O MOTIVO, NÃO SEI QUEM É. ABSOLVIÇÃO SÓ SE FOR EM LEGÍTIMA DEFESA. QUE ABSURDO LEI DE 2008, NÃO É DE SE EXTRANHAR NÃO, CERTOS DEPUTADOS E SENADORES SÓ SERVEM PARA CRIAR ESSES TIPOS DE LEIS QUE SERVEM PARA PROTEGER.

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