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Casos de Doenças Sexualmente Transmissíveis aumentam no município

sex, 17 de julho de 2015 08:14

Da Redação

Centro de Apoio Especializado alerta sobre a importância do tratamento da sífilis

Número de pessoas em busca de respostas se foram ou não contaminadas pela Aids aumentou consideravelmente no município. Por meio de testes rápidos disponibilizados gratuitamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde) 1688 pessoas realizaram o exame neste ano. Deste número, 12 pacientes foram diagnosticados com o vírus e começaram o tratamento.

Só nos primeiros seis meses do ano mais de 1600 pessoas realizaram os  testes de Aids e sífilis

Só nos primeiros seis meses do ano mais de 1600 pessoas realizaram os testes de Aids e sífilis

 

Segundo informações da coordenadora do CAE (Centro de Apoio Especializado) Márcia Beatriz Sardela, atualmente 170 pessoas realizam o tratamento, que também é disponibilizado pela rede pública de saúde.

Uma das preocupações mencionadas pela coordenadora é sobre o alto número de pessoas diagnosticadas com sífilis, que assim como a Aids é transmitida pelo contato sexual.

Durante o ano todo de 2014 foram registrados 57 casos da doença. O cenário de 2015 é preocupante diante dos casos confirmados nos primeiros seis meses do ano. “A maioria procuram pelo teste de Aids, por isso aproveitamos e oferecemos o de sífilis. Destes 1688 testes realizados neste ano, registramos 55 casos confirmados de sífilis. O tratamento também é realizado gratuitamente, não apenas no CAE, mas em postos de saúde e no Pronto-socorro municipal”, destacou.

Márcia informa que em pouco tempo o paciente consegue a cura. No entanto, ela acrescente que muitas mulheres não conseguem se livrar da doença, pois seus parceiros se negam a realizar o tratamento.

“Muitas mulheres dizem que o parceiro se nega a realizar o tratamento. Sendo assim, elas acabam sendo contaminadas novamente”.

Outra preocupação gira em torno das gestantes, as quais não tratam da doença e a transmitem ao bebê. “Precisamos alertar estas mães, pois ao nascer, o bebê precisa de cuidados especiais, como internação na UTI. Situações que poderiam ser evitadas. Neste ano tivemos 12 casos de sífilis congênita”.

Conforme informações do departamento de DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis) do Governo Federal, todas as pessoas sexualmente ativas devem realizar o teste para diagnosticar a sífilis, principalmente as gestantes, pois a sífilis congênita pode causar aborto, má formação do feto e/ou morte ao nascer. O teste deve ser feito na 1ª consulta do pré-natal, no 3º trimestre da gestação e no momento do parto (independentemente de exames anteriores). O cuidado também deve ser especial durante o parto para evitar sequelas no bebê, como cegueira, surdez e deficiência mental.

Formas de contágio

A sífilis pode ser transmitida de uma pessoa para outra durante o sexo sem camisinha com alguém infectado, por transfusão de sangue contaminado ou da mãe infectada para o bebê durante a gestação ou o parto. O uso da camisinha em todas as relações sexuais e o correto acompanhamento durante a gravidez são meios simples, confiáveis e baratos de prevenir-se contra a sífilis congênita.

Sinais e sintomas

Os primeiros sintomas da doença são pequenas feridas nos órgãos sexuais e caroços nas virilhas (ínguas), que surgem entre a 7 e 20 dias após o sexo desprotegido com alguém infectado. A ferida e as ínguas não doem, não coçam, não ardem e não apresentam pus. Mesmo sem tratamento, essas feridas podem desaparecer sem deixar cicatriz. Mas a pessoa continua doente e a doença se desenvolve. Ao alcançar certo estágio, podem surgir manchas em várias partes do corpo (inclusive mãos e pés) e queda dos cabelos.

Após algum tempo, que varia de pessoa para pessoa, as manchas também desaparecem, dando a ideia de melhora. A doença pode ficar sem apresentar sintomas por meses ou anos, até o momento em que surgem complicações graves como cegueira, paralisia, doença cerebral e problemas cardíacos, podendo, inclusive, levar à morte.

Atendimento

Para mais informações sobre a realização de exames ou tratamento, interessados podem entrar em contato no CAE pelo telefone 3690 3023 ou na sede, localizada na praça José Rodrigues Alves, aberto de segunda a sexta-feira das 7 às 17.

5 Comentários

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