Cantinho do Mário – Ulisses Resende de Melo
sáb, 24 de outubro de 2015 08:14
Natural de Araguari, nascido aos 13 de fevereiro. Pais: Joaquim Peixoto de Melo (conhecido como meleta-curruptela de melo) e de dona Maria Helena Resende. É casado com Juliana Diniz de Resende. Passou a infância e juventude em Araguari.

Ulisses Resende de Melo
Fez o primário na Escola Estadual Paes de Almeida, o ginásio e colegial na Escola Estadual Professor Antônio Marques. Formou-se em Farmácia pela UNIPAC de Uberlândia em 2011.
Passou a juventude estudando e praticando esportes. Tinha apenas dezessete anos quando seu pai faleceu. Nessa época assumiu a empresa Drogaria Central que era de propriedade dele. Muito jovem mostrava jeito para o ramo farmacêutico, inovou e adaptou sua empresa para os novos tempos, adequando o estoque, dinamizando o atendimento com os colaboradores competentes e com muitos anos de prática. Para assimilar melhor o ramo dos negócios, fez um curso no SEBRAE em convênio com a Associação Comercial e Industrial de Araguari denominado IMPRETEC, dirigido aos empreendedores, que segundo ele foi de muita valia.
Procura seguir passo a passo as inovações e tendências do ramo farmacêutico. É uma pessoa muito simpática, mas sério e dinâmico. O grande número de clientes em sua farmácia denota a competência e tino de administração, com um atendimento de primeira. Dedica praticamente quase todo o seu tempo à farmácia, que considera uma instituição de bem público, por que atende pessoas em sua maioria com problemas de saúde, que merecem respeito e cuidado.
O Ulisses é muito simples e decidido. É espírita, pertence ao quadro do Centro Espírita Caminho da Luz e procede estudos sobre a doutrina no Centro Fé, Amor e Caridade. É um grande amigo, um super abraço.
CASOS E HISTÓRIAS PITORESCAS DE ARAGUARI
Era por volta do ano 1967, quando vi uma cena que me deixou chocado. Um sujeito passou dirigindo uma carroça cheia de entulho de construção e na subida o cavalo, muito magro, não deu conta e caiu com a carga, parte se derramando sobre ele.
O condutor, ao invés de auxiliar o animal aliviando a carga, resolveu açoitar o cavalo com o chicote. Em poucos minutos ele foi rodeado por pessoas indignadas, mas não se deu por achado e continuou batendo no animal.
Um dos presentes pegou seu carro, foi até a delegacia de polícia, fez a queixa e quase que imediatamente chegaram três policiais que levaram o cara aos safanões e cascudos sob os aplausos das testemunhas que incentivaram a polícia que caprichou mais ainda (naquele tempo era assim).
Depois de uns trinta minutos o cara voltou com o rabo entre as pernas e os assistentes o vaiaram sendo que alguns até o ameaçaram. Então ele fez o correto: esvaziou a carroça e fez duas viagens sob a vista severa das pessoas.
Fico imaginando: como alguém que se diz humano e vive as custas do trabalho de um animal pode ser inferior a ele? Ser animal é realmente sinal de inferioridade? Embora ainda se veja muitos animais maltratados, o mundo tem melhorado, graças a Deus!
Quem não tem dinheiro…
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